Nota 10

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Olá, futuro leitor! [será que você vai se tornar um dos meus primeiros leitores? *-*]

Escrevo esse primeiro post com uma imensa alegria no coração! Finalmente pude realizar um grande sonho pessoal, que era o de publicar um blog só meu!  Ainda não sei muito bem qual caminho ele irá tomar, nem qual público pretendo atingir, muito menos se vai dar certo ou não. Tenho algumas inspirações, diversos textos já escritos que falam sobre N coisas e MUITA bagagem emocional para compartilhar. E a única coisa que tenho certeza é que estou muito feliz por ter tomado coragem para colocar esse projetinho em prática. Sei que esse tipo de coisa exige muita dedicação para fazer dar certo… Mas agora, conto com uma ajuda muito mais do que especial: o maridão super nerd que me ajuda e me incentiva o tempo inteiro!  

Olhe, tenho uma alma muito prolixa e uso poucas palavras.
Sou irritável e firo facilmente.

Também sou muito calmo e perdoo logo.
Não esqueço nunca.

Mas há poucas coisas de que eu me lembre.
Clarice Lispector

 

Tenho me aventurado com as palavras desde que aprendi para que realmente servem: envolver as pessoas. Não me refiro somente à comunicação, não. Refiro-me (malditas ênclises) ao envolvimento, ao relacionamento, a todo processo de identificação que são capazes de gerar. Com elas, a gente pode chegar muito mais longe! E sabe o que eu acho mais incrível? Elas têm o poder de transmitir não apenas clareza, mas também sinceridade e sentimento.

Lembro perfeitamente de uma redação que fiz na quarta-série. A professora Salete nos lançou um desafio: A gente tinha que unir três temas, criando um roteiro de um sonho maluco. E em alguns segundos, milhares de ideias saltavam na minha cabeça de 9 ou 10 anos, enquanto a professora ainda distribuía as folhas e nos orientava quanto ao uso das canetas. Poxa, acabei de lembrar também que aquele foi o primeiro ano em que começamos a usar canetas-tinteiro. Quanto evolução, não é mesmo?

É uma pena que eu não tenha guardado aquela redação, nem me lembro qual história inventei. Que maravilhosa experiência seria rever o meu primeiro grande texto. [Um conselho aos papais de plantão: guardem essas pequenas recordações para seus filhos] Sim, aquele foi o meu primeiro 10 em redação! O primeiro de muitos que vieram, anos depois. Foi a única nota máxima da classe inteira! Hoje isso parece ser apenas uma pequena recordação, mas só eu sei o quanto significou para mim. Nunca fui a melhor aluna da classe e, de fato, nunca me dei bem com exatas. Sequer fui capaz de decorar a tabuada. Nas demais matérias, eu dava o meu melhor, embora algumas vezes o “meu” melhor não fosse o suficiente. Mas de uma coisa eu sabia: eu amava escrever! ♥ Desde pequena, eu amava a sensação de escrever cartinhas para as pessoas, lê-las em voz alta e perceber que elas ficavam emocionadas. E as histórias? Ah, quantos contos inventados… Sabe o que eu fazia? Começava a brincar com as minhas bonecas, inventava uma personagem, um contexto, um romance. Parava o que estava fazendo e corria para o meu caderninho escrever o roteiro. Não poderia perder aquele momento de inspiração, né?

Vai ver é assim que a gente tem que escolher a nossa carreira e qual caminho devemos seguir: tentando resgatar lá no fundo do nosso coração e nas lembranças mais doces de nossas vidas o que nos deixou em estado pleno de felicidade e realização.

Tô muito longe de ser uma escrito profissional e é provável que esse não seja o meu primeiro 10 como blogueira (caramba, blogueira! *-*) porque a ideia desse projeto pessoal é justamente aperfeiçoar algo que amo tanto, que é escrever, sensibilizar e, principalmente, fazer com as pessoas saibam que não estão sozinhas…. E que temos tanta coisa em comum!  ♥

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