40 DIAS NO BRASIL! – As viagens, os passeios e os reencontros

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Olá, pessoinhas! Tudo bem?

Estou de volta à Berlin e à rotina aqui do Blog! Saí do Brasil na quarta-feira (17/08) à tarde e cheguei aqui no dia seguinte. Eu achava que durante os dias que passei em solo brasileiro, eu conseguiria parar um tempinho para escrever um ou dois posts, mas assim como uma série de outras coisas que eu não conseguir fazer, isso acabou ficando de lado.

Foram 40 dias. Sim, QUARENTA. E acreditem, passou voando. Quando fechamos as passagens, eu achava que teria tempo de sobra para fazer tudo que queria, mas deixei de ver muita gente que eu gostaria de ter visto e não consegui fazer algumas coisas que estavam na minha listinha. O lado bom disso é que já queremos começar a planejar nossa viagem pro final do ano, e isso vai ajudar a passar o tempo mais rápido.

Eu comentei com vocês em um outro post sobre o meu medo de viajar sozinha de avião, vocês se lembram? Bom, se não lembram ou não chegaram a ler, o link está aqui. Depois que eu “assumi” esse medo aqui no Blog – e também para mim mesma – muita gente se preocupou comigo. Acabou dando tudo certo, embora tenham rolado alguns contratempos na volta pra cá, que eu conto lá no final do post.

Na viagem de ida para o Brasil, não tive problemas. De uma maneira geral, viajar com pets dá um certo trabalho, e como a minha prioridade é o bem estar do Wisky, acabo ficando bem desconfortável durante o vôo. Ele viaja comigo na cabine, em uma bolsinha que fica no chão do avião o tempo todo. Além do vôo ser longo, e as poltronas bem apertadas, eu fico basicamente o tempo todo sem conseguir esticar as pernas por causa dele. MAS como toda boa mãe…  Esse esforço vale a pena para tê-lo pertinho de mim.

No vôo para Munich eu conheci uma família de 16 brasileiros que viajaram por vários países da Europa! Achei tão bacana ver todos eles reunidos, brincando e se divertindo juntos. Wisky e eu fomos meio que adotados por eles, que me ajudaram com a minha bagagem de mão. Acabou que eu sequer tive tempo de pensar no meu tal medo,  porque não me senti sozinha, sabe?

Além disso, Wiskynho faz um baita sucesso por onde passa! O tempo todo as pessoas param pra olhá-lo, fazer perguntas sobre ele, e também sobre o que é preciso fazer pra viajar com pets no avião. Como eu adoro conversar sobre esse assunto, esclareço todas as dúvidas da galera, dou várias dicas e deixo todo mundo fazer carinho nele, principalmente a criançada! Ele é um cachorrinho um pouco tímido, mas está acostumado com todo esse assédio… hahahaha

Chegamos tranquilamente no Brasil, por volta das 6h da manhã. Depois de pegar a minha mala na esteira – no Brasil isso demora muuuuuito! Um absurdo – eu passei na alfândega para entregar o CZI do Wisky (contei pra vocês sobre esses trâmites legais neste, neste e neste post aqui). A moça conferiu os dados, me alertou sobre o vencimento da vacina anti rábica dele, que seria em dois dias (eu já havia agendado para aquela tarde com a Vet) e então fomos liberados.

Wisky e eu na espera da alfândega
Wisky e eu na espera da alfândega

Enquanto minha família estacionava o carro, dei uma volta com o Wisky no lado de fora do aeroporto, ele fez xixi numa arvorezinha que tinha lá (ele não faz dentro do avião), vesti a bandana do Brasil nele – pra entrar no clima né, gente! – e esperamos o pessoal nos encontrar.

Nem preciso dizer o quanto foi especial ver os olhinhos verdes da minha mãe, a carequinha do meu pai e o cavanhaque do meu irmão lá no meio das pessoas que estavam no desembarque! Ainda consigo sentir de novo toda a alegria de ver as pessoas que eu mais amo nessa vida, pela primeira vez, depois de quase seis meses longe.

Sei que muitas pessoas passam por isso, e me acham exagerada quando falo sobre minha relação com minha família. Mas eu sou apegada mesmo, nunca neguei ou me envergonhei disso. Mudar de país foi muito difícil pra mim, e apesar de estar gostando da experiência, voltar pro abraço deles é algo que traz uma PAZ enorme.

Saindo do aeroporto, rumo à casa dos meus pais!
Saindo do aeroporto, rumo à casa dos meus pais!

Logo no meu primeiro dia “em casa”, muitas pessoas foram me visitar. Eu bem que tentei descansar, mas essa coisa toda de viagem mexe muito comigo. Fico maluquinha com a diferença de fuso, mas mesmo muito cansada, eu tava louca para rever todo mundo, contar e ouvir as novidades, abraçar, dar risada. E comer é claro! Hahaha

Almoço com a mãe mais linda do mundo! <3
Almoço com a mãe mais linda do mundo! <3

Meu reencontro com meu cachorrinho Nico (assistam o vídeo aqui) que mora com meus pais, foi a coisa mais linda! Não quero escrever muito a respeito, porque só de lembrar, me dá um aperto de saudade… Mas ele me reconheceu de cara, pediu colo e me deu muitos beijos! Nico é mais reservado e um pouco menos carinhoso que meu Wiskynho, igualzinho a mim. Mas uma coisa é certa: quando ele gosta, gosta pra valer!

Nico, meu pandinha marrento e peludo! <3
Nico, meu pandinha marrento e peludo! <3

Wisky ficou mais maluco do que eu! Corria a casa inteira, comia, bebia água, olhava para as pessoas, cheirava cada cantinho… Como se estivesse pensando “Cara, parece que foi ontem que eu tava aqui com todos vocês!”. Ele se divertiu muito! Dividimos tudo com vocês lá no Instagram dele, através da hashtag #wiskynobrasil

Fora que ele foi super mimado pela família, né? Todos morrendo de saudade, apertando e beijando o tempo todo. Muitas pessoas me perguntam porque eu não deixei o Wisky na Alemanha e fui sozinha, já que viajar com ele é tão burocrático e cansativo… Gente, Wisky é parte da família, é como se fosse meu filho. Chegar lá sem ele não seria tão especial. Por mais que seja cansativo pra ele, nada se compara a alegria de vê-lo junto da nossa família!

Wisky no colinho da Vovó Nadir e do Vovô Zoca!
Wisky no colinho da Vovó Nadir e do Vovô Zoca!

Nos primeiros dias, eu me encontrei com muitos familiares e também com algumas amigas, mas o que eu queria mesmo era matar a saudade dos meus pais e do Niquinho. Na segunda semana, eu viajei para Marília, interior de São Paulo, onde moram meu tio Naldo e a família dele. Fazia mais de um ano que a gente não se encontrava, e foi muito especial passar esses dias lá. Eu pesquei, bebi caldo de cana, comprei CD pirata na feira e de muita risada! Isso é BRASEEEL!  

Nathaly, Mandy e eu no Pesqueiro do Jacaré
Nathaly, Mandy e eu no Pesqueiro do Jacaré

Nesse meio tempo, ainda no interior de SP, Wisky e eu demos um pulo na cidade de Fernandópolis, para conhecer namoradinha dele, a Meg, e a sua mamãe Mariana. Nós nos conhecemos há um ano, através do Instagram deles, e nos tornamos grandes amigas. Nós ficamos dois dias com elas, conversamos muito e conhecendo a cidade. Mas eu vou deixar os detalhes desse encontro pra ele contar pra vocês no Diário do Wisky essa semana! Nada como as palavras de um cara apaixonado, não é mesmo?

#WiskyeMegOEncontro
#WiskyeMegOEncontro
Valeu, Marília! <3
Valeu, Marília! <3

Voltamos para São Paulo, e no fim de semana seguinte, fomos para a casa de praia da minha família. Minha prima Amanda estava de férias, então nós passamos quase todos esses dias juntas! Foi muito bom estar com ela… Durante esse tempo em Berlin, eu me surpreendi com muita coisa, inclusive, com o carinho de quem realmente se importa comigo. Eu não imaginava que as pessoas me dariam tanta força e se fariam tão presentes. Amanda e tia Tia Eliete foram duas pessoas que sempre estiverem pertinho de mim, mesmo tão longe.

De volta à São Paulo novamente eu…

Cara, não consigo me lembrar exatamente da cronologia das coisas, só sei que foi tudo uma correria danada, e eu não consegui fazer tudo que eu queria. Mas pra resumir, eu curti muito a companhia da minha mãe e do meu pai, brinquei e pentelhei muito o Niquinho, assisti muito Netflix – o catálogo do Brasil é muito melhor que o da Alemanha! – encontrei a maioria dos parentes que pude e conheci as duas bebezinhas que nasceram na família este ano, Alícia e Brenda! <3

Alícia, ariana brava e cheia-de-direito igual a tia Nati! <3
Alícia, ariana brava e cheia-de-direito igual a tia Nati! <3
Brenda Moranguinho! <3
Brenda Moranguinho! <3

Eu também comi todas as coisas que eu queria! Frango com laranja da minha mãe, feijoada, cuscuz, cachorro quente, Itubaína, paçoca e muito mais.  Ganhei de volta 5kg dos 7kg que perdi um mês antes… Mas okay, seeeeeeeegue o jogo.

Na penúltima semana, Willian conseguiu uns diazinhos de folga, e também foi para o Brasil para visitar a minha sogra que passou por uma cirurgia há algumas semanas. Ele pegou toda família de surpresa, e apesar de não ter concordado em esconder a viagem dele (eu não sou muito chegada a esse tipo de surpresa rs) foi muito emocionante o reencontro de mãe e filho! Aliás, toda a família dele ficou super feliz, e eu mais ainda, por ver a felicidade de todos eles juntos de novo.

Will & Su
Will & Su

Eu também passei um tempinho com meu filho Alvin, que agora está morando com a família do meu irmão. Já contei pra vocês nesse post porque ele não pôde ir com a gente pra Berlin, e apesar de sentir a falta dele, vi o quanto ele estava feliz e bem cuidado com os titios…

Ou melhor, segundos pais, não é, Rô? Minha cunhada literalmente adotou o Alvin (que é chamado carinhosamente de Alvinho por todos lá) e até ficou “enciumada” com os dois dias que ele passou comigo. Vê se pode? Hahahaha Eu o levei pra tomar banho e tosar os pelinhos no Petz, e matei as saudades que tava sentindo do meu porquinho.

Amorzinho da mamãe! <3
Amorzinho da mamãe! <3

 Ah, eu também mudei de visual! Depois de dias de pesquisa, criei coragem e passei a tesoura! Depois faço um post falando só sobre cortes de cabelo nesse estilo.

Cabeleira nova!
Cabeleira nova!

 Os últimos dias foram ainda mais corridos, pois tive que providenciar os documentos pro Wisky voltar pra Berlin, fazer as malas e comprar tudo que ainda queria trazer. Tudo isso teve que ser conciliado com mais encontros e muitas saideiras com a família!

Willian voltou pra cá na terça-feira passada, Wisky e eu, na quarta. Na segunda-feira nós reunimos nossas duas famílias no Outback! Apesar de nós dois sermos super apegados as nossas famílias, poucas vezes conseguimos reunir Laurindos e Campidelis. São duas famílias bem grandes, e pra juntar todo mundo, a gente precisa de muito espaço! Mas eu fiquei muito grata e feliz por poder fechar com chave de ouro esse período tão especial pra mim.

Laurindos & Campidelis
Laurindos & Campidelis

Quero aproveitar pra pedir desculpas pra todo mundo que não consegui ver, ou mesmo dar a atenção que gostaria de ter dado. A vida que a gente leva na cidade de São Paulo é muito louca! As pessoas trabalham muito, o trânsito é caótico, tudo é longe, tudo é cansativo… Quase não sobra tempo para nada. Mas o que importa é que o segundo semestre do ano sempre passa num piscar de olhos, e em breve, estaremos todos juntos de novo.

Dia dos Pais! Zoca, eu te amo! <3
Dia dos Pais! Zoca, eu te amo! <3

A viagem de volta, como eu comentei lá no comecinho, teve uns contratempos. Minha conexão em Munich era de apenas uma hora, o vôo que saiu do GRU tava lotado, e como eles estão pegando pesado na imigração, eu acabei perdendo meu vôo pra Berlin. Mas antes mesmo de eu começar a entrar em pânico, um senhorzinho do aeroporto me levou até o guichê da Lufthansa, e as meninas nos encaixaram no vôo seguinte.

O povo diz que os alemães são fechados… Se são mesmo, eu sou uma pessoa de muita sorte. Sempre cruzo com gente bacana e profissionais gentis, super dispostos a me ajudar. Passei um pouco mal durante o vôo, com muita dor de ouvido… Mas chegamos bem aqui em Berlin.

Já descansamos bastante, colocamos tudo em ordem e estamos prontos para as nossas aventuras berlinenses parte 2!

Beijos

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Por uma vida mais leve

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Precisamos desacelerar e precisamos fazer isso o quanto antes.

Estamos o tempo todo pensando em possuir e fazer coisas no futuro, que é quando de fato vamos alcançar a tão falada felicidade.

Se o almoço está bom, não vemos a hora de chegar a janta, porque vai ser melhor. Se estamos em uma viajem, não podemos perder tempo e já precisamos organizar a próxima.

A culpa não é sua. Somos empurrados para isso a todo momento. Basta ver como as redes sociais funcionam: é preciso compartilhar felicidade a todo momento, seja uma refeição, uma compra, um lugar. É “proibido” ser triste, o sorriso no rosto é obrigatório, mesmo que na vida real você esteja destruído.

Não somos culpados por tentarmos encontrar a felicidade, não é esse o problema. O problema é que não dá pra ser feliz o tempo todo. Hoje tudo está bem, mas amanhã tudo pode desmoronar. Hoje você está saudável, mas amanhã pode não estar mais. Hoje a pessoa que você ama está do seu lado e amanhã tudo pode acabar. Sim, é triste pensar assim? Sim e não. A vida é frágil, não somos permanentes e temos que aprender a viver dessa maneira.

Precisamos de uma vida mais simples e mais leve. Precisamos aprender a respirar e a não fazer nada. Tudo isso, por incrível que pareça, fará você absorver com mais qualidade tudo aquilo que estiver vivendo. Afinal, quantas memórias reais você tem guardadas em você? No final, isso vale mais do que todo o dinheiro da sua conta.

Precisamos aproveitar melhor nossas refeições, nossos amigos e inclusive nossos empregos. Simplesmente porque a vida de desfaz, a saúde às vezes falha e os amigos se afastam. Quando você não fica correndo como louco atrás de algo, naturalmente você abre espaço para que o que realmente precisa acontecer, aconteça.

Ao parar de correr, é mais fácil para aproveitar a paisagem.

 

Vivian Oliveira | http://viapoli.com.br/

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Como encontrar sua melhor companhia

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Sim, existe um guia para encontrar sua alma gêmea. Aquela pessoa que te entende, que te respeita e que te ama. Não é um processo simples e nem fácil, eu já digo de cara. Mas se você realmente quer encontrar sua melhor companhia, o esforço vai valer a pena, confia em mim.

Antes de mais nada, você precisa se livrar do passado. Seja jogando fora aquelas fotos que só te magoam, as cartas que não fazem mais sentido ou bloqueando/apagando aquele contato e marcações que tanto te fazem mal. Esse processo todo pode levar em média de 1 a 100 dias. Talvez 1000. Quem decide o prazo é você, mas faça.

Depois, você tem que se renovar. Doe as roupas antigas, os sapatos e até o cabelo. Faça a energia circular, sua companhia precisa disso e você vai me agradecer.

Sem pensar muito, tome um banho relaxante e cante bem alto sua música favorita. Aproveite pra usar aquela roupa que você guarda só para “ocasiões especiais”, os óculos escuros e vá. Pra onde? Pra onde quiser, mas vá para algum lugar.

Chegando lá, escolha um lugar confortável, mas diferente do habitual. Escolha um que você sempre quis escolher mas ficava com receio de não agradar. Se for um restaurante, deixe o pudor pra lá (e os instintos mão de vaca também) e peça uma bebida do menu. Eu aconselho uma caipirinha (caipirosca ou saquerosca também valem, tanto faz, escolha o que te agradar) e a comida que mais te conquistar visualmente, mesmo que você não saiba exatamente o que é.

Por fim, olhe em volta. Leve na bolsa um livro ou os fones de ouvido para escutar sua música preferida. É o momento de você reafirmar e aproveitar tudo aquilo que você mais ama. Sem julgamentos, sem intenções de ser alguém que você não é. Então, quando você respirar fundo e sentir uma paz e tranquilidade, você vai se desprender de tudo aquilo que te prendia, de tudo o que te limita e aí…PARABÉNS! Você encontrou sua melhor companhia: você mesmo.

 

Vivian Oliveira | http://viapoli.com.br/

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DE MALA PRONTA! – como organizar sua bagagem e fazer uma viagem confortável

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Hey, pessoinhas!

Hoje terminei de fazer a minha mala de viagem pro Brasil! Wisky e eu viajaremos nessa sexta-feira, dia 08/07 e ficaremos 40 dias em terras brasileiras! <3 Tempo o suficiente para matar a saudade da família, rever os amigos queridos e fazer um montão de coisas que a gente adorava fazer com todos eles!

Comecei a separar minhas coisas e a fazer uns testes com a mala na semana passada (é importante fazer as coisas com o mínimo de antecedência né) e eu me deparei com alguns probleminhas. O primeiro deles é que nessa época do ano é inverno no Brasil, e por mais que as estações não sejam tão definidas quanto são aqui na Alemanha  (vira e mexe faz um calorão bem fora de contexto climático) eu precisei fazer uma mala com roupas mais quentes, maiores e mais pesadas, que ocupam bastante espaço.

No Brasil eu só tenho roupas de calor. Quando nos mudamos para Berlin em janeiro, estava um frio de rachar, e não ia fazer muito sentido trazer roupas fresquinhas. Deixei tudo no Brasil com a intenção de trazê-las para cá agora no meio do ano, quando começa a esquentar pra valer.

Além das minhas roupas, também estou levando lembrancinhas para galera, e como alguns itens são mais delicados, precisei proteger tudo com um plástico bolha, que tenho guardado das encomendas que pedimos aqui pra fazer exatamente isso. Não sou muito de guardar papéis e embalagens, sempre saio jogando tudo fora, mas é sempre bom usar a cabeça e pensar no que você poderá reutilizar um dia.

COMO MONTAR BAGAGEM COM ROUPAS E PRESENTES

Eu protegi todas as laterais da mala com plástico bolha, depois forrei o fundo com as minhas calças e os meus casacos. Em cima disso, coloquei outra camada de plastico bolha que revestiu cada um dos presente mais frágeis. Depois, coloquei maaaais uma camada de plástico bolha, e em cima dela, os presentes mais resistentes. Por fim, coloquei as minhas blusas, cardigans, acessórios, pijamas e etc. Nessa imagem você consegue entender melhor como eu fiz.

Outra coisa que você também pode fazer pra proteger itens frágeis da bagagem é colocá-los dentro das suas meias e/ou enrolá-los com as próprias peças de roupas. Também é bacana isolar cada objeto revestido, colocando alguma peça de roupa enroladinha entra cada um deles.

Dessa vez, fiz umas espécias de ondinhas para revestir, proteger e separar os presentes, que também já estão embalados com papel normal e papel de presente. Eu acabei esquecendo de tirar foto de como tudo ficou na mala, mas bolei esse exemplo para vocês verem como é fácil e também pode ser feito com roupas e toalhas.

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Fizemos isso quando compramos algumas garrafas de vinho Chile e deu super certo! Pode parecer exagero, mas é melhor pecar pelo excesso e proteger tudo, pra não ter prejuízo.

Eu também coloquei uma frasqueira na base na mala, que por enquanto está vazia, mas eu vou colocar os itens de higiene que usarei até o dia da viagem. Ela está com o zíper virado pra cima, então depois é só abrir e colocar essas coisas lá.

No bolso da tampa da mala, eu coloquei meu AllStar velho-de-guerra (sim eu uso o mesmo tênis há 7 anos #mejulguem) um ziploc com roupas íntimas e meias, e deixei um espaço para colocar o que eu lembrar de última hora até sexta-feira. Não estou levando mais sapatos porque deixei praticamente todos os que eu tenho no Brasil, assim como as bolsas.

Ah, e por falar em estilo, a minha sorte é que eu sou super básica. Como só posso despachar uma mala, acho que eu sofreria se fosse uma pessoa mais vaidosa nesse sentido. Estou levando algumas peças coringa (veja algumas dicas aqui) com tons parecidos para que eu possa combinar de formas diferentes, sem parecer que tô sempre com a mesma roupa. Não que eu me preocupe com isso, pois se até Kate Middleton repete roupa, meu bem, porque eu não repetiria?

Bom, de uma maneira geral, na minha mala de volta pra Berlin, o espaço ocupado agora pelos presentes e o plástico bolha, será ocupado pelas minhas roupas de verão e outras coisas que quero comprar aí. Ah, eu não estou levando remédios, pois vou ficar na casa dos meus pais, e minha mãe possui uma verdadeira farmácia (rs). Mas se esse não for o seu caso, não esqueça de preparar uma bolsinha com alguns medicamentos para possíveis emergências.

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CARRY-ON TRAVEL: A BAGAGEM DE MÃO

A mala de mão também foi um dos meus probleminhas. Como o Wisky vai viajar comigo na cabine, eu precisei encontrar uma mala prática para carregar as minhas coisas, pois já vou ter que levá-lo dentro da bolsinha de viagem dele. Em alguns momentos, nos aeroportos, ele pode andar no chão, mas em outros, os funcionários pedem para que eu o carregue na bolsa ou no colo. Ainda não saquei muito bem qual o critério disso, mas eles devem se preocupar se o cachorro vai fazer sujeira ou incomodar outras pessoas.

Quando viemos pra cá, eu trouxe uma mochila nas costas e não achei que foi muito prático. Toda hora eu tinha que colocar a bolsa do Wisky no chão para tirar a mochila para pegar alguma coisa, e isso era um saco. Daquela vez o Will também estava comigo, o que ajudou muito, pois ele levou mais peso na mochila dele, pra eu poder carregar o Wiskynho. Dessa vez somos só eu e meu filhotinha, sem ajuda do papai.

Dei uma pesquisada sobre o que é essencial trazer na bagagem de mão, e qual seria o modelo mais prático pra mim. No dia-a-dia eu adoro usar bolsa estilo carteiro, pois acho bem prático não ter que tirá-la do ombro pra pegar alguma coisa, e ainda fico com os braços livres. Então comprei uma bolsa preta bem basicona, que tem a opção de alça lateral, e que acomoda bem os itens que vou levar.

Tentei ser o mais simples possível na montagem dessa bolsa, porque eu tenho mania de ficar me prevenindo e quase sempre não uso tudo aquilo. Como estou indo para a casa da minha família, não vou levar nenhuma muda de roupa extra na bagagem de mão, que é algo super recomendado pra viagens internacionais, caso sua mala seja extraviada.

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MINHA BAGAGEM DE MÃO 

  • Ziploc com as coisas que o Wisky pode precisar no vôo: uma cobertinha, uma roupinha, o bebedouro portátil e um brinquedinho para ele se distrair durante a viagem.
  • Ziploc com um livro, um caderninho, uma caneta e um guia em inglês para viajantes. Esses provavelmente são os itens que vou descartar até lá, pois eu vou acabar dormindo e/ou assistindo filme durante o vôo. Também não preciso desse guia porque tô deitando no inglês #SQN.
  • Pasta com toda documentação que o Wisky precisa para viajar, entre outros documentos pessoais
  • Necessaire:  Não sou do tipo que fica retocando maquiagem não, mas acho que esse é um bom exemplo de necessaire + básica e essa é um pouco mais completa. Ah, é importante você dar uma pesquisada sobre aquela parada de não pode levar líquidos na bagagem de mão. Eu só vou levar o sorinho da lente mesmo, caso eu queira tirá-la para colocar o óculos.
  • Blusa de frio e travesseiro de pescoço pra usar no avião
  • Carteira, passaporte, celular e carregador.

Eu vi essa dica de colocar as coisas em bolsinhas/saquinhos e achei super bacana. Vai facilitar bastante na hora de colocar as coisas na esteira e recolocá-las na bolsa.

LOOK DA VIAGEM

Gente, fala sério. Não sou esse tipo de pessoa que fica pensando em look para essas ocasiões, mas tenho que reconhecer que é importante considerar a utilidade e no conforto da roupa que vamos usar durante o vôo. Lembro que quando voltei do Chile, coloquei uma legging de cintura alta apertada pra caralho que me incomodou muito e quase passei mal no avião.

Também pra vir pra Berlin, não trouxe uma blusa de frio confortável e maleável, dessas que são mais fáceis de dobrar e colocar na bolsa. Acabou que quando eu vesti, ela começou a atritar com a camisa que eu tava por baixo e mais atrapalhou do que aqueceu.

Ou seja: CONFORTO é o critério, meus amados. Tênis ou sapatilha, calça jeans ou legging, blusinha básica e um agasalho. Just it.

E vocês, pessoal? Têm alguma dica bacana de como organizar melhor nossas malas de viagem? Se tiverem, deixem seus comentários! 🙂

Amanhã vai ter post no Diário Wisky e a gente vai contar a versão dele dessa história toda viagem e tudo que fizemos para tirar a documentação dele!

Beijos

 

 

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ENCARANDO O MEDO DE VIAJAR SOZINHA

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Olá, gente independente e corajosa!

Como a maioria já sabe, faltam 10 dias para minha viagem pro Brasil. Foram quase 6 meses vivendo aqui na Alemanha, descobrindo uma nova cultura, uma nova rotina e novos sentimentos. Entre eles, uma sensação que tem me tirado a paz nos últimos dias: o medo de viajar sozinha.

Pra ser sincera, eu tenho medo de muita coisa: de me perder, de lidar com imprevistos, de presenciar algum crime, e até mesmo morrer. Fora que eu sou uma pessoa completamente desorientada. Eu poderia redigir linhas e linhas de situações que já vivi, mas basta que vocês leiam esse post do Buzzfeed, que vão entender exatamente quem sou eu na fila do pão. Leu? Então volta pra cá.

Mesmo morando numa cidade incrível como Berlin, cheia de atrações e coisas bacanas para fazer, eu fui tomar coragem para sair sozinha aqui um dia desses, meses depois da minha chegada. E olha que eu fui até a casa de uma amiga, morrendo de medo, e deu a maior zica na hora de comprar o bilhete. Porque né, sou eu. Tinha que ter emoção.

A droga da máquina de ticket do Tram tava de chico e resolveu não aceitar as minhas moedas, e tive que pedir ajuda pra um casal de alemães. Acabei falando meu inglês tabajara, e sei lá como, consegui fazer com que eles me entendessem. O rapaz até pagou o meu bilhete em nota, e a moça segurou meu cachorrinho, enquanto eu explicava para ele qual bilhete deveria comprar. Porra, eu deveria estar mesmo em pânico para dar a coleira do Wisky pra outra pessoa segurar. Eu morro de medo que roubem ele de mim.

Devolvi o dinheiro do moço, agradeci imensamente, e consegui cheguei até o local. Viram só? Uma coisa tão simples, tão besta, corriqueira, que acontece com qualquer um… Pra mim vira o fim do mundo por conta desse medo.

Tenho uma profunda admiração por essas pessoas que viajam para outras países sozinhas, que se viram, se jogam na vida, sem medo do que pode dar errado. Acho que eu jamais teria mudado de país, se não fosse pelo meu marido. Nem de cidade, nem de bairro. Aliás, eu já me perdi no meu antigo bairro também.

Em todos os momentos da minha vida, sempre tive alguém do meu lado para me ajudar as fazer as coisas. De certa forma, nunca tive que enfrentar isso que eu sinto, pois me apoiava nas pessoas que estavam sempre ali pra me ajudar. Toda minha família sempre foi muito atenciosa comigo, o que é muito bacana, mas acho que pecaram pelo excesso em me proteger demais do mundo.

Você pode me chamar de mimada, frescurenta e tantas outras coisas. Sei que pra quem tá na internet é muito mais fácil criticar a pessoa que se expõe, mas eu sinceramente não ligo. Acho que é bacana refletirmos sobre nossos defeitos, erros e limitações. Mais bacana ainda é decidir compartilhar isso, com o intuito de buscar e proporcionar ajuda. Muito mais interessante do que simplesmente ofender, sem nada a acrescentar.

Sei que não sou a única pessoa que tem esse tipo de barreira. Muita gente deixa de tomar decisões importantes na vida, ou deixam de conhecer lugares lindos, por puro medo de viajar ou estar sozinha. O medo e a insegurança, de uma maneira geral, impede muita gente de correr atrás de seus sonhos

Mesmo de malas prontas pro Brasil, vira e mexe, sinto um aperto no coração, uma ansiedade, uma dor de barriga. Para tentar resolver isso, hoje de manhã, listei todos esses sentimentos ruins – porque eu faço listas, sou assim – e depois, fiz uma espécie de auto feedback sobre cada um deles.

  • Medo de ficar perdida tentando encontrar o portão de embarque – É tudo muito visual, lógico e intuitivo lá na hora. Mas se eu me perder, basta eu perguntar para qualquer profissional/atendente. Se eu não conseguir falar, basta mostrar as passagens que vai dar certo.
  • Medo de demorar para achar minha poltrona e tumultuar o restante de passageiros – Se eu demorar, paciência. Basta pedir desculpa para as pessoas e exibir o Wisky. Ele sempre derrete o coração das pessoas e vai dar certo.
  • Medo de travar o inglês e não conseguir responder às perguntas feitas pela imigração – Meu inglês sempre funciona em momentos de pressão. Já constatei isso. Vou conseguir responder e vai dar certo.
  • Medo de pagar mico em qualquer momento e levar bronca desses alemães carrancudos de aeroporto – Pagar mico é algo que já faz parte da minha vida. Se eu levar bronca, basta me desculpar e sorrir. A maioria das pessoas sempre amolecem quando sou educada e doce. Vai dar certo.
  • Medo de que o Wisky engorde nos 45min do 2º tempo e não consiga embarcar comigo – Ele já atingiu o peso ideal para viajar (contei para vocês nesse post) e eu tô seguindo a dieta dele direitinho. Na semana que vem, é só fazer aquele esquema de dar mais legumes do que proteínas, e pronto. Vai dar certo.
  • Medo de que algo dê errado com a documentação do Wisky, e eu não consiga viajar come ele – Eu já revisei esse passo a passo umas mil vezes (já está tudo separado e tagueado) e tirei todas as dúvidas possíveis com todos os responsáveis. Basta pegar o CZI dele na semana que vem e pronto. Vai dar certo.
  • Medo puro e simples de não estar ao lado de ninguém conhecido – Eu vou estar com o Wisky o tempo todo! Com ele eu nunca estou só. Vai dar certo.

Eu sempre digo que quando a gente escreve um sentimento fica mais fácil lidar com ele. Parece que ele se concretiza e você sabe direitinho o que fazer, a partir de então. Esse lance de listar as coisas dá super certo. Pode parecer  Natalhice coisa de gente neurótica, mas é muito mais fácil tomar decisões quando tudo está claro dessa forma. Se não na nossa cabeça, pelo menos, em uma folha de papel, né?.

(isso me fez lembrar Miranda!)

Sei que a ansiedade não vai passar até o momento em que chegarmos em Guarulhos, e sei também que vai doer me despedir do Will. Ele sempre me acalma quando fico nervosa, e me explica tudo que não consigo entender, por conta disso. Vou ficar mais de um mês longe do meu melhor amigo. Há tanto tempo faço as coisas com ele, que bate um vazio por estar sozinha de novo. Mas acho que isso é até saudável para mim.

Todas as experiências que tenho vivido, mesmo que no meu tempo, estão me ajudando muito a crescer. Desde enfrentar e refletir sobre meus medos bobos, até realmente enxergar o quão maravilhosas são todas as oportunidades que a vida tem me dado. Tudo tem valido muito a pena!

Ah, e o mais importante nesse momento, é que também sei que maior do que qualquer sentimento ruim é a saudade da minha família no Brasil!

Tô chegando, BRASEEEL!

Beijos

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Praticando Yoga em casa – benefícios pra saúde e os primeiros resultados

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Olá, gente querida!

Quem tem acompanhado meus últimos posts, tá sabendo que eu tô numa pega meio Pugliesi ultimamente. Tá bom.  MENTIRA. Eu tô bem longe de querer uma vida fitness, mas já tem quase um mês que eu decidi melhorar meus hábitos alimentares e praticar exercícios físicos diariamente.

Eu fiz três posts contando como foram as primeiras semanas desse novo projeto pessoal (Week 1, Week 2 e Week 3) que eu chamo carinhosamente de Por uma vida mais saudável. Eu quis compartilhar mais essa experiência aqui no Blog pra provar que é possível buscar o melhor para a saúde, basta ter determinação.

Também já comentei que, apesar de estar bem acima do meu peso ideal, emagrecer não é o meu principal objetivo. Eu acredito que isso será uma das consequências de todas as mudanças, mas que virá com o tempo, sem aquela pressão louca de ficar se pesando todos os dias.

E foi nessa pegada de saúde, bem estar e conscientização, que eu comecei a praticar Yoga em casa. Lá no Pinterest eu tenho alguns painéis que mostram dicas de alimentação, exercícios e cuidados com o corpo e a saúde, e numa dessas sugestões de Pins, comecei a ver imagens sobre Yoga. Depois, fui pesquisar em outros lugares e descobri um monte de coisa legal sobre essa modalidade.

O Yoga foi criada na Índia e tem bastante influência do budismo e do hinduísmo. A palavra Yoga quer dizer unir, integrar e totalizar. Essa atividade tem como objetivo principal despertar a sensação bem-estar, por meio da integração de técnicas de respiração, posturas, movimentos físicos e meditação.

Eu conheci o canal Yoga with Adrienne e me apaixonei pelas aulas dela! Além das posições mais clássicas do Yoga, que eu já havia visto lá no Pinterest, ela propõe alguns mantras e temas para cada prática. Apesar do conteúdo ser todo em inglês, é bem fácil de entender o que ela diz, além dela ser super simpática e divertida, contrariando toda imagem que eu tinha formada na cabeça sobre um instrutor de Yoga.

Dá uma olhadinha nessa aula, pra ver como é bacana o trabalho dela!

Eu estou seguindo as aulas do programa Yoga Camp e tô curtindo muito! Cada dia eu faço uma aula diferente, seguindo uma sequência montada pela Adrienne, que ajuda a gente a evoluir e avançar as posições. Sinto que algumas aulas são mais puxadas, forçam bastante nossos músculos e a nossa flexibilidade. Já outras são mais relaxantes e focam na respiração, na manutenção das posturas e no “esvaziamento” da mente.

Desde que eu comecei a seguir certinho, notei uma enorme evolução no meu corpo. Meu alongamento estava péssimo, e eu não conseguia, por exemplo, sequer passar completamente do joelho numa tentativa como o da foto abaixo, sem morrer de dor nas costas! Hoje eu já consigo tocar o chão com as pontas dos dedos sem sentir dor, e acho que daqui umas semanas, vou melhorar ainda mais.

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Também sinto que já consigo “segurar” as posições por mais tempo, acompanhar o ritmo da respiração e mudar de postura na velocidade que ela propõe. Aliás, eu deveria já ter comentado que Yoga não é molesa não, viu? Eu já fiz Pilates por algum tempo, e acho que a intensidade dos exercícios é bem parecida. A única diferente gritante (sem falar dos exercícios nos aparelhos) é que o Yoga permite mais tempo de relaxamento e descanso durante a aula, o que dá uma sensação muito gostosa.

Além disso, estou me atentando mais a corrigir a postura durante o dia. De vez em quando, me pego toda largada, ou sobrecarregando a lombar por conta da lordose, e aí lembro das técnicas do Yoga pra corrigir na hora. Também me sinto mais bem disposta e com vontade de me alongar em outros momentos só pra relaxar.

Ooooutra coisa bacana do Yoga (gente, virei muito fã) é que eu faço essa aula antes das aulas de Ginástica, e isso acaba servindo com um super aquecimento/alongamento pra atividade seguinte.

Por sorte eu tenho um companheiro que também tá adorando esse lance de Yoga! Todo dia, quando ele me vê pegar o tapetinho pra começar, é uma festa só! Quase sempre ele acha que é brincadeira, começa a morder a minha mão, meu cabelo, e fica se encaixando em todo canto do meu corpo. Eu tenho que segurar a risada para ele ver que eu tô séria, e me deixar continuar, mas nem sempre eu consigo.

Yoga requer bastante concentração e silêncio, mas dar um pouquinho de atenção e carinho pro meu pequeno Wisky me faz tão bem quanto qualquer exercício!

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É isso aí!

Namastê.

 

 

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O Blog tá de cara nova. A minha!

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Hey, pessoinhas!

Talvez vocês se assustem quando entrarem aqui a partir de agora. Fiquem calmos, ainda é o mesmo blog, a mesma Nati, as mesmas flores, o mesmo jardim. O Blog tá de cara nova, mas a pegada do conteúdo que vocês vão ver por aqui continua a mesma, apesar de que a minha intenção é de melhorar tudo que faço (por mim e por vocês).

Quando eu publiquei o blog há dois anos atrás, não fazia muito ideia do que ele seria. Apesar de acompanhar muitas blogueiras desde sempre, e também de ter trabalhado durante muitos anos em uma agência de desenvolvimento web, eu nunca tinha parado para pensar em como seria o MEU cantinho aqui na internet.

Na época, acabei escolhendo um tema que achei bacaninha, com cores legais e um layout okay. E embora eu tenha sempre focado no conteúdo do blog em si, não dá pra negar que uma boa interface melhora muito a nossa experiência em qualquer site. E é claro que, além da qualidade do conteúdo, um visual mais legal faz vocês voltarem aqui com mais frequência, deixando a tia Nati muito feliz!

Com o tempo eu comecei a sentir que faltava um pouco da minha personalidade por aqui. No início, isso era até proposital, pois eu não queria expor muito a minha imagem e a minha carinha por aqui. Queria escrever e ponto, como um exercício mesmo.

Daí começaram a aumentar os acessos, os comentários e elogios. E eu fui ficando cada dia mais empolgada com todo feedback que recebi nesse meio tempo. Sei que ainda tenho muito (MUITO mesmo) o que evoluir por aqui, mas o fato de eu conseguir ajudar as pessoas com meu conteúdo de alguma forma, me fez olhar pro Blog com uma nova perspectiva.

Um dos posts que escrevi sobre dicas e cuidados com os cães após a cirurgia de castração ganhou muitos comentários! Gente querendo tirar dúvida, compartilhar o que viveram, e principalmente, querendo me agradecer pelo post! Alguns leitores relataram que este foi o único conteúdo na web que falava sobre o assunto sob o ponto de vista dos donos, e não médico/clínico.

Foi aí que eu percebi a responsabilidade imensa de se relacionar com as pessoas na internet. Mas se num primeiro momento, eu me assustei um pouco com isso, no seguinte instante, eu fiquei muito orgulhosa de mim ao descobrir que, o que pra mim é só um hobby por enquanto, pode tocar outras pessoas de forma positiva.

Mas ainda faltava mostrar quem é a Nati por trás do Tanta Coisa em Comum. Quem é essa mulher maluca que é mãe de cachorro, que foi morar em Berlin e que anda nessas piras de emagrecer ultimamente. Faltava mostrar meu rosto, meu ruivo, minhas sardas. O sorriso tímido que esconde uma chocólatra viciada em séries, a Relações Públicas por trás das fotos amadoras e do dramalhão vivido num país diferente.

E então… Aqui estou. Pronta pra dar continuidade a um projeto pessoal, que talvez um dia, seja um trampolim pra eu alcançar meu verdadeiro sonho profissional: escrever pra viver.

Este não é o layout dos sonhos. É um basicão do Word Press mesmo, porque sou dessas que não manja. Mas eu espero continuar assim: com um passo de cada vez, transformar o Blog num lugar só meu… Que eu compartilho com vocês com o maior prazer do mundo!

Beijo

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Por uma vida mais saudável #Week3 – A importância e a dificuldade de ser determinado

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A terceira semana #PorUmaVidaMaisSaudável foi marcada pelas minhas primeiras provas de fogo. É obvio que eu acabei vacilando com a alimentação por que né… Essa sou eu.

Nós recebemos aqui em nossa casa um casal de amigos brasileiros que estava fazendo um mochilão pela Europa. Aliás, pra quem não sabe, eu moro em Berlin! E aqui foi a última parada deles, rumo ao Brasil.

Apesar deles terem ficado pouco tempo, e de não terem afetado em nada a nossa rotina, eu acabei vacilando com a alimentação. Quando eles chegaram, eu já havia jantado, mas acabei comendo uns pedacinhos de pizza com eles para acompanhar. E no dia seguinte, nós os levamos para jantar no Burguer Vision, que é minha hamburgueria preferida aqui de Berlin.

Eu venho comentando com vocês que meu principal objetivo não é perder peso, mas sim, mudar de estilo de vida, buscando hábitos mais saudáveis. Perder peso é algo super necessário, pois eu estou bem acima do que deveria pesar, mas não quero que isso vire uma neura. Quero que seja só mais um dos resultados que devo atingir.

As pisadas na jaca não pararam por aí. No sábado, nós fizemos churrasco e bolo de cenoura, e ontem, jantamos no KFC. É obvio que eu não vou passar nem perto da balança nos próximos dias! Rs

Mas o que acabou me deixando feliz é que eu não deixei de fazer exercícios nessa terceira semana! Consegui me organizar direitinho, e até criei uma planilha com todas as vídeo aulas de Yoga e Ginástica que vou fazer até o final de junho.

Eu acabava perdendo muito tempo todo dia nessa pesquisa. E agora, eu montei uma espécie de treino. Eu não sou personal, e ainda não tenho esse tipo de acompanhamento, mas o meu raciocínio foi: às segundas-feiras trabalhar abdômen, às terças pernas e glúteos, às quartas pegar mais firma no aeróbico, às quintas trabalhar os braços, e por fim, às sextas feiras, pernas e glúteos de novo.

Sobre a Yoga, e estou seguindo a sequência do programa Yoga Camp da Adriene. É bacana porque as aulas vão evoluindo, e cada dia trabalhamos um mantra diferente. Eu faço a yoga antes da ginástica, porque acaba servindo como um alongamento e aquecimento.

Não canso de repetir o quanto estou apaixonada por yoga, e o quanto é gratificante sentir a minha evolução em cada aula! Meu alongamento melhorou muito… Eu nem consigo acreditar! E apesar de ficar bem cansada depois das aulas de ginástica, confesso que a sensação de dever cumprido é muito boa!

Eu finalmente estou sentindo aquele sedentarismo ir embora. Estou mais disposta para fazer as coisas, e não consigo me imaginar sem fazer nenhuma atividade física. Ontem, domingão, meu marido foi pra academia, e eu peguei uma aula intensiva de yoga, sem ser do programa que faço na semana. Foi muito bom!

Registrei toda minha alimentação da semana e os exercícios que eu fiz e coloquei nesse post pra vocês! Espero inspirar ou incentivar mais e mais pessoas a buscarem uma vida mais saudável também.

SEGUNDA-FEIRA

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Yoga Camp Day 6 – I Am Supported (Six Pack Abs)

+

Barriga Sarada Já! Aula de AeroHiit para os Abdominais #1

TERÇA-FEIRA

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Yoga Camp Day 7 – I Am Capable

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Treino Completo para Pernas e Bumbum #2 – Aula de Ginástica Localizada #4

QUARTA-FEIRA

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Yoga Camp Day 8 – I Choose

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Treino para Emagrecer – Aula de Aerohiit #12

QUINTA-FEIRA

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Yoga Camp Day 9 – I Am Bold

SEXTA-FEIRA

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Yoga Camp Day 10 – I Am Present

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Aula de Ginástica Aeróbica #10 – Pernas e Barriga Definidos!

Obs: Essa coisinha redonda que comi na quinta e na sexta é uma panqueca de banana! É uma opção super gostosa e prática. Só bater 1 banana + 2 ovos + um pouco de canela e mel. Depois, é só jogar numa frigideira anti aderente em fogo baixo. Demora mais menos uns 15minutinhos pra ficar pronta, por conta da temperatura do fogo.

É isso, galera!

Rumo à 4ª semana agora!

beijos

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Por uma vida mais saudável #Week2 – Alcançando os primeiros resultados

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Hoje completo 2 semanas de mudança de estilo de vida. Na verdade, são quase três, mas na “primeira” teve feriado aqui em Berlin, eu não levei tão a sério e ainda estava meio perdida no que faria para melhorar.

Eu sempre tive um pavor gigante de balança. Desde o começo dessa minha dieta reeducação alimentar, tenho evitado conferir meu peso. Eu me pesei no começo do mês de maio, quando tomei um baita susto com os 87kg, e soube que, considerando a minha altura, eu já estou na categoria Obesidade Nível 1. Foi quando resolvi mudar e começar tudo isso.

Já contei aqui no Blog como foi a #Week1 e todo processo de conscientização sobre meu peso, minha saúde e meu futuro. Também contei que nesse comecinho eu perdi 1kg, mas depois daquele dia, não quis mais saber. Eu pretendia esperar mais algum tempo, até começar a notar as diferenças no corpo, antes de ter esse resultado numérico. 

Tudo isso porque eu sou de humanas e odeio números. Eles me assustam. Prefiro MIL vezes notar as calças mais folgadinhas do que ver aquele funking número na balança. E ontem, quando coloquei meu jeans 46 para dar uma volta com as umas amigas, eu notei uma ligeira diferença! Daí fiquei pensando que, talvez, se eu continuar indo bem assim, logo logo eu pule pro 44 (a meta real é voltar pro 42 que tanto gosto).

Agora a pouco, enquanto eu separava as fotos para colocar aqui junto com o texto, me deu um momento de coragem. Eu pensei o quanto seria legal mostrar algum resultado pra quem me acompanha. Talvez isso possa dar ainda mais incentivo para quem está nesse barco que eu estou, não é?

Também lembrei das aulas de marketing da faculdade, onde a professora dizia que não importa o quanto a proposta de uma campanha surpreenda e encante o cliente. Ele quer mesmo é ver a conversão de tudo isso em número positivos.

Foi isso que eu fiz. Infelizmente, minha balança está muito louca, marcando números diferentes. Mas são números tão amigáveis pra este momento que eu não me importei. Meu peso registrado nela oscila entre 82kg e 81.3kg! É claro que eu peguei o peso mais baixo pra ilustrar o post… Hahahaha só para ficar mais feliz #soudessas

Nessas duas semanas já se foram basicamente 5kg! 

Apesar de já ter falado aqui que a minha ideia não é começar uma luta contra a balança, faz bem saber que todo esforço está valendo a pena!

OKAY… Nem tanto esforço assim, eu confesso. Na verdade, eu estou gostando e curtindo tanto, que não encaro nada disso como “esforço”. É como se eu finalmente entendesse que isso é o mínimo que eu posso fazer por mim mesma e pelo meu bem estar, sabe?

A única coisa que eu sinto muita falta é de comer chocolate 🙁 a última vez que comi foi no sábado passado, e ainda dividi com meu marido. Tem sido assim: um dia do final de semana, eu me permito curtir um refeição mais junk. Mas no restante dos dias… Foco total.

ROTINA ALIMENTAR

Como já comentei, eu não fui a nenhum nutricionista (recomendo que você vá). Fiz umas mudanças que todo mundo sabe que são bacanas, pesquisei bastante e fui substituindo.

Eu não como a cada 3 horas, como alguns recomendam, porque simplesmente não consigo. Eu sinto fome nuns horários meio malucos, até porque, minha vida é muito mais flexível nessa pegada House Wife que estou vivendo aqui em Berlin.

Faço as três refeições principais do dia, e à noite, se bate uma fominha, tomo um iogurte ou como umas frutas. Geralmente eu tomo café da manhã às 10h, almoço às 15h e janto às 20h. Acabo de perceber que eu como a cada 5h rs.

Sobre as frutas, vocês vão perceber que eu não tô variando muito 🙁 Isso porque eu nunca fui muito chegada nelas, e aqui em Berlin tá meio complicado encontrar frutas gostosas. Eu amo pêra e maçã, por exemplo, mas a textura e o sabor delas aqui é muito ruim. Eu também adoro mamão, mas não encontro por aqui. Acabo ficando na banana, morango e uva mesmo. Mas na próxima semana, vou tentar mudar um pouco.

Estou bebendo 1,5l de água por dia com muito custo. Não sinto tanta sede assim, mesmo com o calor que tem feito aqui nos últimos dias. Mas quanto mais você vai pegando o hábito, mais seu corpo começa a pedir e associar os momentos que, antes, eu consumia alguma porcaria, à ingestão de água. Sei que o recomendado são 2l mas calma lá, vamos devagar, né?

  • CAFÉ DA MANHÃ

Tomo uma boa quantidade de água, assim que acordo. Depois disso, eu costumo comer as opções abaixo: pãozinho integral, cream cheese light e ovinho mexido.

DICA: Tem também a panqueca de banana que mal descobri e já considero pacas! (tks, Mariana!) Bato no liquidificador 1 banana e 2 ovos, com um pouquinho de canela e mel. Deixo uma frigideira anti aderente aquecer em fogo baixo, com um fiozinho de azeite.

Demora um pouquinho pra ficar pronta, por conta da temperatura do fogo, mas o resultado fica uma delícia! Ela sacia muito bem a fome e dá bastante disposição pra fazer exercícios.  Ah, e sempre tomo um cafézinho preto pra começar o dia! <3

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  • ALMOÇO

Sempre combino uma salada de verduras e/ou legumes com alguma proteína (carne, frango ou ovo). Quero começar a comer mais peixe também a partir da próxima semana.

DICA: Pra deixar a salada mais atrativa, eu tempero com um pouquinho (mesmo) de azeite, orégano e uns temperinhos com pimenta, que eu adoro. Comprei umas opções de queijinho branco também, que deixam a salada bem gostosa.

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  • JANTAR

Eu quase sempre como algo parecido com o almoço, mas em menor quantidade. Ou eu acabo substituindo por um lanche acompanhado de uma vitamina, frutas ou um iogurte com granola. Preciso procurar farinha de aveia por aqui!

DICA: 1 fatia de pão integral com cream cheese, tomatinhos cortados e temperados com orégano e um pouco de pimenta calabresa. MARA!

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O QUE MELHOROU COM  A MUDANÇA DA ALIMENTAÇÃO?

  • Sinto minha pele menos oleosa
  • Não me sinto “pesada” depois das refeições
  • Me sinto mais disposta
  • O intestino está mais regrado

ATIVIDADES FÍSICAS

Só mudar a alimentação não faz milagre, né? Sei que nosso corpo responde muito bem à qualidade dos alimentos que ingerimos, mas é preciso queimar toda essa gostosura que está acumulada aqui rs. Eu ainda não me matriculei em uma academia, pois estamos nos planejando pra uma temporada no Brasil, e acabaria quebrando meu ritmo $$$.

Mas estou me exercitando em casa mesmo e adorando os resultados! Além das caminhas de mais ou menos 30min que faço com o meu cachorro (a partir da próxima semana, quero fazer 2x por dia), eu estou fazendo exercícios aeróbicos e localizados, e praticando Yoga que é minha mais nova paixão!

Eu intercalo 3 dias de exercícios aeróbicos com 2 dias de yoga. Ela ajuda a trabalhar e a “curar” os músculos que ficam bem doloridos do dia anterior.

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EXERCÍCIOS PRATICADOS NA #Week2

2ª feira: AULA DE LOCALIZADA #bumbumdurinho30dias – Até 400 kcal

3ª feira: Yoga Camp Day 4 – I Awaken

4ª feira: Aula de Hiit com Música – Essa Queima Muita Gordura – até 300 kcal #22

5ª feira: Yoga Camp Day 5 – I Am Alive

6ª feira: Exercícios para Perder Barriga – Aula de AeroHiit #8

O QUE MUDOU COM A ROTINA DE ATIVIDADES FÍSICAS?

  • Cada dia sinto mais disposição para ir até o final das aulas
  • Meu alongamento e minha flexibilidade melhoraram MUITO com a Yoga <3
  • Eu me sinto bem com a rotina e não quero fugir dos exercícios mais

É isso, galera!

Rumo a 3ª semana!

Beijos

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Aquele tipo de pessoa

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Já conheci diversos tipos de pessoas nos meus curtos 26 anos, mas o suficiente para entender que cada pessoa nos marca de uma forma diferente.

Conheci pessoas abertas como um livro, que ao conseguirem confiar o mínimo em você, já conseguem falar sobre sentimentos profundos, vontades, desejos e sonhos. Essas pessoas são encantadoras pelo jeito de falarem muito e de confiarem em você como a última pessoa na Terra.

Outras, são como um filme de suspense. Você até sabe da história, mas não conhece os pormenores. Aquela dúvida te excita e te faz desejar conhecer cada pedaço dessa pessoa. Geralmente as pessoas “suspense” são mais complicadas para falarem sobre seus sentimentos, mas não quer dizer que elas não sentem, pois sentem e muito.

Também já conheci algumas pessoas esquisitas. Aquelas que no primeiro momento te fazem sentir como se não soubesse mais como viver sem ela, mas que após a primeira “vírgula” da relação, se transformam em seres que não conseguimos mais identificar e você se questiona o porquê gostou tanto dela, até o dia em que não gosta mais.

Mas existe aquele tipo de pessoa: que não é um livro aberto, mas também não esconde o que sente e que jamais modificou seu jeito de pensar sobre ela. Aquele tipo de pessoa que diz que te ama apenas ao perguntar se  você almoçou. Esse é o tipo de pessoa que deve te intrigar de verdade.

Cada pessoa tem sim sua personalidade, seu jeito de viver, seus TOCs e suas manias. Ela pode falar demais ou falar de menos, mas só aquele tipo de pessoa que se interessa e cuida de você nos mínimos detalhes é que deve ter a sua atenção.

Aquele tipo de pessoa que você deve amar, é aquela que também te dá amor.

 

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