Eu nunca tive um plano B

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Há alguns anos atrás você me perguntou quais eram meus planos pro futuro. Lembro que eu fiquei parada durante alguns segundos, tentando formular uma resposta bacana pra te impressionar. Você havia me dito tantas coisas legais, tantos planos e metas financeiras, tantos lugares que queria conhecer. E eu só conseguia pensar na entrega do meu TCC.

Você me perguntou se eu tinha projetos pessoais, se tinha sonhos de casar e ter filhos. Eu disse que nunca tinha parado para pensar em nada disso, mas que sabia que esse era o rumo natural das coisas. Porque geralmente é, né?

O tempo foi passando e eu admirava cada vez mais esse teu jeito determinado, sua ambição, sua planilhas. Eu não sabia fazer planilhas. Eu achava foda sua maturidade. Pensava que esta talvez fosse minha grande chance de crescer também, junto com você.

Tudo fazia tanto sentido quando a gente conversava. Estávamos em sintonia, na mesma página, no mesmo momento. Tudo foi acontecendo tão rápido e as pessoas ao nosso redor não entendiam a nossa pressa.

Nunca foi pressa. A gente só não tinha porque esperar. Quando o amor da nossa vida aparece, a gente se entrega sem medo, de corpo e alma. E pronto.

Desde então eu nunca tive um plano B pra minha vida. Sequer cogitava o fim e quase nunca olhava pra trás… Tão pouco para os lados. Eu enxergava em você o único caminho que eu tinha, a minha maior certeza. Seu abraço era meu lugar no mundo.

Por isso tudo tem sido tão estranho nos últimos meses.

A vida é uma coisa muito louca, cara. Nosso destino não está nas nossas mãos. Eu nunca fui muito ligada em planejar minha vida pessoal, até você chegar. E mudar tudo. E depois mudar novamente.

Você mudou. Seus planos, seus sonhos, até alguns de seus valores. Desisti de tentar entender o que houve contigo. Se você pirou, se você se redescobriu, se está apaixonado por outra pessoa, ou se infelizmente o amor acabou de verdade.

Também deixei de me culpar. Eu sei tudo que eu fiz por nós e você também. Eu simplesmente achei que os seus sonhos eram mais interessantes e grandiosos que os meus. Acreditei profundamente que podia ser feliz assim também. 

Você foi mesmo a minha oportunidade de amadurecer nada vida, como eu minha intuição me disse há 5 anos atrás.

Eu aprendi que é melhor cogitar que as coisas podem dar errado. Aprendi que eu não posso fazer do abraço de alguém o meu lugar, pois quando o abraço se fecha… A gente fica sem chão.

Você era meu plano A.

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O mundo precisa de gente como nós

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Vez ou outra a vida pega a gente de surpresa. Mesmo quando tudo parece calmo, tranquilo, mesmo quando já estamos conformados com os fatos, achando que eles são o máximo que a vida pode nos dar. Gente otimista demora pra perceber que caiu numa zona de conforto, e que na verdade, só ele ainda não enxergou que as coisas não estão tão bem quanto parecem, e muito longe de onde deveriam estar.

Gente que passa mais tempo olhando o lado do bom de todas as situações, se apegando ao que realmente foi positivo em cada dia que passou, leva muito mais tempo para desistir, pra jogar tudo pro alto. E é por isso que a queda parece ser maior, mais dolorida e mais injusta. A gente se dedica tanto, não é?

Durante as fases turbulentas, tentamos entender o porquê de tudo, buscando as respostas para justificar aquilo que não está mais sob nosso controle, nem pode ser mudado com nossa esperança e nossa fé. A gente sofre mais que os outros, porque perde o chão.

Mas o mais engraçado, é que se esse nosso otimismo nos desespera em meio ao caos, logo conseguimos voltar nossos esforços e energias novamente para o bem. E em pouco tempo, surpreendentemente, passamos enxergar luz e coerência no rumo que as coisas tomaram a partir de então. 

Como num passe de mágica os caminhos começam a se abrir, pessoas boas se aproximam com conselhos, um ombro amigo ou um convite para um café, e uma lista de oportunidades e novos sonhos começa a brotar numa folha de papel. Mesmo que a gente ainda esteja meio sem rumo, a nossa certeza de que tudo vai dar certo, que outrora nos cegou, agora é energia e coragem diária para enfrentar um novo ciclo.

Você descobre que é muito mais forte do que imagina, sabia? Descobre que a luz que você carrega dentro do peito pode te levar pra qualquer lugar que você quiser, basta saber iluminar os planos certos. E essa mesma luz vai te ajudar a curar suas feridas, até que elas se tornem boas lembranças de novo, como tudo que está em seu passado. 

Não fique triste quando te chamarem de bobo, sonhador e ingênuo. Melhor viver assim do que se enganar, trancado em um compartimento de mágoas, medos e rancores que jamais lhe trariam coisas boas. Seja corajoso, verdadeiro e respeite seu tempo. E nunca deixe de acreditar na bondade que há em algumas pessoas, no amor e em dias melhores. O mundo precisa de gente como você, como nós. 

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HYGGE – conforto e aconchego no estilo de vida dinamarquês

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Oi, gente linda!

Em fevereiro deste ano tive a incrível oportunidade de conhecer Copenhagen, capital da Dinamarca, e apesar de ainda não ter conhecido muitos países, eu não consigo pensar em outro lugar no mundo que seja tão especial quanto aquele.

Nos três dias em que estivemos lá, eu observei muita coisa sobre a cultura do país, o comportamento das pessoas e o estilo de vida que eles levam. Como passamos pouco tempo na cidade, não pude refletir sobre isso tudo durante a viagem, e no primeiro momento, eu me só apaguei ao roteiro e aos lugares que tínhamos que conhecer.

Mas depois que eu fui embora, senti que trouxe um pedacinho da Dinamarca comigo! Eu não sabia muito bem como explicar, mas era algo com que eu havia me identificado logo de cara, algo em que sempre acreditei. E depois de pesquisar mais sobre a cultura do país, já pensando em retornar, eu consegui compreender…

Famosa por ser a terra dos Vikings, da Pequena Sereia, da famosa cerveja Carlsberg e da clássica história de Hamlet, a Dinamarca também é reconhecida por ser o povo mais feliz do mundo, onde o compromisso com a palavra, a confiança e o respeito realmente são levados a sério pelas pessoas.  

Castelo de Rosenborg Slot
Castelo de Rosenborg Slot

O segredo dessa felicidade toda provavelmente é resultado da combinação de uma política eficiente, uma cultura forte e virtuosa, e uma baita qualidade de vida. Além disso, também há uma certa filosofia que pauta o life style dinamarquês: o Hygge, que significa conforto e aconchego, em seu sentido literal, mas que acabou se transformando em um conceito que influencia quase tudo na vida deles.

Foi exatamente isso que eu senti e trouxe pra minha vida desde que voltei lá! <3

Sabe quando a gente acorda no domingo com o cheiro de café fresco no ar? Quando a gente deita na nossa cama, depois de trocar os lençóis? E quando a gente abre uma boa garrafa de vinho e passa horas conversando com alguém que a gente ama? Ou quando compramos um arranjo de flores novo para decorar a mesa do jantar?

Essa sensação de bem estar, de satisfação, e de prazer visual, emocional e sensorial é a proposta do estilo Hygge! E isso está presente na decoração das casas, nos ambientes de trabalho, no design e na maneira com que as pessoas se relacionam na Dinamarca. A ideia é fazer com que tudo seja acolhedor e que as pessoas sempre se sintam a vontade.

A perfeição e a ordem de uma casa não podem ser mais importantes do que o conforto, por exemplo. Muito menos o luxo ou valor pago em cada coisa. Aliás… ostentar bens materiais é algo considerado muito feio e desagradável pelo povo dinamarquês. Qualidade e simplicidade, apesar de muitas vezes serem interpretados com qualidades opostas, nessa cultura, tornam-se quase sinônimas uma da outra.

No dia-a-dia, os sofás e os colchões devem ser convidativos, e os ambientes, sempre perfumados. Deve haver flores, quadros, e velas para iluminar e aromatizar cada pedacinho da casa. Um bolo apetitoso na mesa, um café pronto para servir, talheres e xícaras sempre a postos. Tudo fácil, disponível, pronto pra receber bem e fazer sorrir.

Desde que me mudei pra cá, notei que o povo alemão – apesar de “menos amável” – também tem hábitos e valores parecidos, mas a palavra Hygge e todo seu significado são promessas de tendência no mundo todo este ano.

Eu me considero privilegiada por ter visto e vivido um pouco dessa experiência Hygge em seu país de origem, mas principalmente, por poder trazer um pouco dela pra minha vida, pra minha casa. Mas como seria bom se os brasileiros entendessem a importância do exercício desses valores básicos e primordiais, mas tão desacreditados e distantes do nosso Brasil

Cada vez que essas coisas acontecem aqui comigo, penso no quanto eu gostaria que mais brasileiros tivessem essas mesmas oportunidades que tenho. E é por isso que eu me proponho a escrever sempre sobre as minhas novas experiências…  Não só para levar informação, mas também pra dividir um pouco das coisas boas que vivo e aprendo.

É essa minha razão de estar aqui 🙂

Beijos!

19 de maio de 2017, fim de tarde em Berlin <3
19 de maio de 2017, fim de tarde em Berlin <3

Saiba mais sobre a Dinamarca:

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VALE A PENA FAZER AULAS PARTICULARES A DISTÂNCIA?

A young woman drinks coffee in a local cafe.

 

 

É sempre fazendo uma gracinha, e cantarolando uma das mais belas músicas nacionais que existem, que eu respondo meus parentes e amigos que perguntam: E aí, Nati, já tá falando alemão?

“Ela fazia medicina e falava alemão
E ele ainda nas aulinhas de inglês”

(Eduardo e Mônica)

A real é bem essa mesmo, eu ainda estou estudando inglês. Quando cheguei aqui em Berlin no ano passado, eu arrisquei frequentar um curso intensivo de alemão durante um tempo, até concluir o que todo mundo já sabe: alemão é difícil pra caralho.

Diferentemente do inglês, que possui uma série de facilitadores que nos fazem “aprender sem querer”, tais como as músicas, as séries, e toda a cultura norte americana, de uma maneira geral, não dá para esperar o mesmo do alemão. Além da pronúncia e da escrita não terem praticamente nenhuma relação com o português, aí no Brasil a gente quase não tem contato com o idioma.

Logo no começo eu já senti que estava perdendo tempo e dinheiro com o alemão, e nos final das contas, eu não conseguia me comunicar nesse país, já que meu inglês tabajara não me ajudava quase nada no dia-a-dia. E se assim como em todo restante do mundo, aqui em Berlin quase todos falam inglês, para mim foi uma decisão mais inteligente evoluir, praticar e dominar um idioma que eu conheço e já estudei em outras etapas da vida.

E foi conversando sobre isso com uma amiga brasileira que também mora aqui, que ela me indicou a Expresse, que é uma empresa especializada em cursos particulares, presenciais e à distância. O que eu mais achei bacana é que a metodologia deles pode se adaptar às nossas necessidades, e com base nos nossos objetivos e dificuldades, eles elaboram um curso todinho pensado só pra gente! 🙂

A MINHA EXPERIÊNCIA

Eu estou estudando há 9 meses e até agora tudo tem sido incrível! Meu inglês melhorou muito, e apesar de saber que ainda falo muito coisa errada, e tenho muito que aprender, eu já me arrisco a fazer coisas que não fazia quando cheguei aqui, quando sabia que teria que desenvolver uma conversa com outras pessoas.

Eu faço aulas por Skype com Lívia (teacher querida <3) que também é brasileira, 2 vezes por semana. A minha principal dificuldade é compreender o que os outros falam (o tal do Listening), e esse é o ponto que nós mais trabalhamos nas aulas.

O LADO BOM

De verdade? De coração? Eu só vejo vantagens! Que são:

  • VOCÊ PRATICA MUITO MAIS: Além de falar o tempo todo, que é o que realmente te faz destravar, você também é corrigido pelo professor sempre que necessário, o que não acontece em uma sala de aula. Isso faz a gente aprender absurdamente mais.
  • NÃO DÁ VERGONHA DE PERGUNTAR: Você pode tirar dúvidas na hora que quiser, de forma bem espontânea, e não precisa ficar aguardando o momento mais adequado, como quando dividimos a atenção de um professor com outros alunos.
  • A AULA SEGUE O SEU RITMO: Você consegue aproveitar muito mais a aula, pois além de personalizada, ela segue o seu ritmo de aprendizagem. Não importa quanto tempo você precisa para aprender determinado assunto, o que importa é que você realmente aprenda.
  • ÀS VEZES NEM PARECE QUE É AULA: Porquê você acaba desenvolvendo uma relação de afinidade e amizade com o professor, e em alguns momentos, vocês nem precisam falar sobre a matéria. Desde que você esteja praticando o inglês, falar sobre qualquer assunto te faz evoluir muito!
  • 100% DE CONCENTRAÇÃO: Não dá pra deixar o professor falando ali na tela, e ficar respondendo azamigas no Whatsapp, por exemplo. São vocês dois ali falando, trocando informações e conhecimento durante todo o tempo da aula. Nem preciso falar que nos cursos convencionais, isso não acontece sempre, né?
  • MAIS COMPROMETIMENTO: Eu não sei se há um motivo específico, mas eu me sinto muito mais comprometida com esse curso, do que com os que fiz anteriormente. Eu sei que agora estudar inglês é minha prioridade, e nas outras épocas, não era. Mas eu me entusiasmo e me preparo muito mais para as aulas com a Lívia do que para os outros cursos que já fiz.
  • + RESULTADOS E + FEEDBACKS: Por todos os motivos que listei ali em cima, você consegue identificar os resultados muito mais rápido. Os professores também se preocupam em dar esse feedback sobre o seu desempenho, o que te faz se orgulhar da sua evolução e prestar mais atenção naquilo que precisa melhorar.
  • CONFORTO E PRIVACIDADE: Sua casa, suas pantufas, seu cafézinho quente e seu cachorrinho sempre por perto, para você apertar e mostrar toda sua fofura para a teacher que tá lá do outro lado do mundo! <3 Não tem nada mais gostoso que isso!

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O LADO RUIM

Confesso que foi difícil pensar em desvantagens, já que me sinto tão satisfeita. Mas…

  • O fato de você NÃO SAIR DE CASA  pode ser algo ruim, se você é do tipo que curte bater perna. Mas eu sou tão caseira, tão na minha, que estudar aqui no conforto do meu lar é amazing. Lembrando que você pode substituir a sua casa por um Starbucks, por exemplo
  • VOCÊ NÃO CONHECE GENTE NOVA: Bom, se você é do tipo que quer conhecer pessoas, não vai gostar dessa parte. Ai, cara, juro que não entendo essa parada de “vontade de conhecer gente”. O mundo aí fora é zoado, mano! Eu sou tão feliz convivendo com as pessoas que já conheço, pra quê mais?
  • VOCÊ NÃO PRATICA COM PESSOAS DIFERENTES: essa é realmente a única parte ruim. Apesar de não me sentir bem no ambiente de sala de aula, confesso que ouvir pessoas e sotaques diferentes também ajudariam muito a superar minha dificuldade com o listening. Também tem o fato de que o coleguinha pode perguntar alguma coisa que você não tinha notado, o que soma bastante.

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Além de finalmente ter me identificado com um formato de curso que me atende e me faz aprender, todo esse processo também me fez aprender algo muito mais significativo, que eu vou levar pra vida toda.

Quando eu conversei pelas primeiras vezes com as meninas da Expresse, eu repeti em vários momentos que tinha muita dificuldade em aprender inglês.

Não sei se era por timidez, ou se eu sentia culpa por ter tido tantas outras oportunidades, e ainda assim, nunca estudado pra valer. O fato é que eu nunca me dediquei ao inglês, e dedicação é o segredo para aprender qualquer coisa nessa vida.

Quando percebi que esse era um discurso que eu já estava adaptada a reproduzir, eu me proibi de falar isso novamente. Todas as vezes que eu tentei aprender inglês, essas palavras se tornavam um obstáculo que eu mesma criei.

Sabe quando criamos um mantra, e ficamos repetindo o tempo todo, dentro da gente?

“Não consigo emagrecer pois sou incapaz de controlar minha ansiedade por comida”

“Não consigo viajar sozinha de avião pois tenho muito medo do que pode dar errado”

“Não vou demonstrar carinho pelas pessoas que eu amo pois elas podem abusar e me fazer sofrer”

“Não vou abrir meu próprio negócio pois tenho medo de falhar”

A gente vive nessa coisa de auto sabotagem e deixa de viver muita coisa por conta disso. Por nos cobrarmos tanto, preferimos não arriscar do que ter que lidar com frustração.

Desde que eu descobri que fazia isso comigo mesma, tenho me policiado para ser mais positiva.  Sei que é isso que vai alimentar os meus sonhos, não somente para o inglês, mas para qualquer outra coisa que eu quiser! 🙂

#BePositive

Beijos

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tendência: COBRE & ROSE GOLD

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Oi, gente!

Se você curte acompanhar tendências já deve ter notado que os tons metálicos começaram a surgir com força total no ano passado. E de lá pra cá eles estão cada vez mais presentes na moda, nos acessórios e na decoração. 

Além do sapatos prateados e os esmaltes brilhantes que conquistaram a mulherada , os grandes favoritos do momento são o os tons Cobre e Rose Gold , também conhecido como Ouro Rosé.

Eu sempre fui apaixonada por esses tons, antes mesmo dessa moda pegar. Os brincos que usei no meu casamento em 2014 eram trabalhados no rosé, e desde que fiquei ruiva em 2015, passei a usar mais sombras dessas cores, que ficam lindas com batons nude, que eu adoro usar.

Confira + inspirações lá no meu Pinterest!

Elas são super elegantes e versáteis, fazem uma delicada composição com ambientes/looks mais clarinhos e trazem mais charme para pegadas rústicas. Por chamarem bastante atenção, a atual tendência não aposta no exagero, e propõe que essas cores sejam aplicadas nos detalhes.

Seguindo essa dica, o Rose Gold fica muito leal quando usado em simples objetos decorativos, tais como organizadores, vasos e porta velas. Ele também pode ser um pouco mais presente, quando apostamos em lustres e luminárias. Alguns eletrodomésticos e itens para casa também tem lançado produtos acobreados, já de olho na tendência.

No cenário da moda, o cobre e o ouro-rosé dão ainda mais charme para os looks, e ficam incríveis quando combinados com as cores preto, branco, cinza, e até mesmo o rosa + clarinho!

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+ charme para os pequenos detalhes
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+ brilho e beleza para os ambientes
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+ elegância para os eletrodomésticos e objetos “sem graça”
+ up para os looks
+ um toque especial para os looks
+ graça e versatilidade
+ graça e versatilidade

 

Se você também gosta dessa pegada glamour do Rose Gold, essa é a hora de aproveitar! O mercado está cheio de opções bacanas que atendem o nosso gosto.

Você também pode pintar os objetos que já tem em casa, usando sprays metalizados que geralmente são vendidos em papelarias e lojas de materiais de construção.

E aí, bora acobrear essa vida? <3

beijos

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3 DIAS EM COPENHAGEN! – nosso roteiro de viagem, onde ir e o que fazer na capital da Dinamarca!

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Oi, gente linda!

No último dia 15 de fevereiro, bem depois do Valentine’s Day, Willian e eu completamos três anos de casados, e nós decidimos fazer uma viagem especial para comemorar. O destino escolhido dessa vez foi Copenhagen, a capital da Dinamarca!

Nós escolhemos Copenhagen porque tivemos apenas um fim de semana para viajar, e além de ser linda e super romântica, é uma cidade relativamente pequena, e é possível conhecer os principais pontos turísticos em poucos dias.

Nós precisávamos escolher, a princípio, um lugar que também fosse bacana durante o inverno, pois as baixas temperaturas aqui da Europa prejudicam alguns passeios.

Nosso roteiro foi planejado para priorizar as principais atrações da cidade e as regiões foram dividas entre os três dias da viagem de acordo com as distâncias entre cada ponto turístico. Nós fizemos isso utilizando o Google Maps!

Pra quem ainda não conhece, essa é uma super dica! Além de economizar o nosso tempo durante a viagem, o Google nos dá um overview do que precisamos fazer, e também nos permite separar o roteiro por camadas (que podem ser os dias, por exemplo) e relacionar um ponto ao outro.

nosso roteiro de viagem de 3 dias em Copenhagem
nosso roteiro de viagem de 3 dias em Copenhagem

Utilizando este recurso, você consegue legendar os pontos, para ajudar na sua localização e não te deixar esquecer nada. É importante marcar o hotel, os locais onde pretende comer, lugares onde você vai dedicar mais tempo, e os que você só precisa dar uma passada. Enfim, você pode criar suas próprias legendas, como funcionar melhor para você!

  • Dia 1

Chegamos em Copenhagem por volta das 11h da sexta-feira (17/02), e depois que fizemos o check-in no Tivoli Hotel, nós conhecemos toda City Hall, que é onde ficam o prédio da prefeitura e a estátua de Hans Andersen, famoso autor das histórias do Patinho Feio, O Soldadinho de Chumbo e da Pequena Sereia.

Nessa região também ficam a Gliptoteca NY Carlsberg e o Parque Tivoli, a principal atração turística da cidade! Ele foi um dos primeiros parques de diversão do mundo, e ainda mantém os brinquedos originais com uma pegada bem retrô.

Dizem que essa parque é tão incrível que até serviu de inspiração pro Walt Disney! Infelizmente ele fica fechado durante todo o inverno e só retoma as atividades em abril.

Depois que passeamos pela região, paramos para almoçar no Rosie McGee! O lugar é lindo, fica bem ali no centro, e a comida também é super gostosa! Já o jantar foi um hamburgão delícia lá no Tommi’s Burguer Joint!

Entrada da Gliptoteca NY Carlsberg
Entrada da Gliptoteca NY Carlsberg
Will & Eu na City Hall, com a entrada principal do Tivoli ali no fundo
Will & Eu na City Hall, com a entrada principal do Tivoli ali no fundo
Estátua do autor dinamarquês Hans Andersen
Estátua do autor dinamarquês Hans Andersen
Placa que indica os principais pontos, saindo ali da City Hall
Placa que indica os principais pontos, saindo ali da City Hall
Almoço no Rosie McGee: Fish & Chips pra mim e Ribs para ele
Almoço no Rosie McGee: Fish & Chips pra mim e Ribs para ele
Pelas ruas do centro!
Pelas ruas do centro!
  • Dia 2 

No segundo dia de viagem nós fomos até a Fortaleza de Kastellet para conhecer a famosa estátua da Pequena Sereia (Little Mermaid) e outros lindos pontos turísticos que ficam na mesma região.

Eu já tinha lido em alguns blogs que muita gente se decepciona quando chega lá, pois é um monumento pequeno e discreto, e nem todo mundo entende o porque ela é tão famosa.

O fato é que ela representa um elemento histórico pro país e projeta a cultura local pro mundo todo! Esse conto, assim como o próprio Parque Tivoli, também foi inspiração pro cinema, pro teatro e pra própria Disney, como todo mundo sabe. Eu gostei muito! 🙂

The Little Mermeid
The Little Mermeid

Depois de uma pausa para um chocolate quente que compramos num carrinho de café bem charmoso que fica ali – a coisa tava feia lá hein, galera? a temperatura não passava dos 5º graus e o ventinho gelado era cruel – nós fomos passear pelo restante da Fortaleza de Kastellet. 

Esse local foi construído no século XVI e tinha como função proteger a cidade. Ele é cercado por vários canais e pontes, e hoje em dia, além de ser uma das principais atrações turística de Copenhagem, concentra edifícios onde funcionam algumas atividades militares.

Caminhando pela região, as próximas paradas foram a Igreja Kastelskirken, o moinho de vento, as belas estátuas de  Valkíria e a Gefionspringvandet  que representam personagens da mitologia nórdica – e a linda Igreja de São Álbano. Os rios estavam congelados, o que deixava tudo ainda mais incrível!

Fortaleza de Kastellet
Will & eu na Fortaleza de Kastellet
Igreja de São Álbano
Igreja de São Álbano
Igreja de São Álbano by @willcarminato
Igreja de São Álbano by @willcarminato
Moinho de vento
Will & eu no Moinho de vento
Igreja de Kastelskirken
Igreja de Kastelskirken
Estátuas de Valkíria e Gefionspringvandet
Estátuas de Valkíria e Gefionspringvandet

Saindo da fortaleza de Kastellet, caminhamos em direção ao castelo de Rosenborg Slot, o mais lindo da cidade! Ele fica no Kongens Have, rodeado pelos lindos jardins do rei. Foi construído no século XVI por Christian IV para servir como residência de verão para a família real. 

A troca da guarda real sai todos os dias desse local, com destino à praça Amelienborg. Mas infelizmente não conseguimos chegar a tempo do horário da troca, assim como também não conseguimos visitar o castelo por dentro 🙁

Castelo de Rosenborg Slot
Castelo de Rosenborg Slot
Castelo de Rosenborg Slot
Castelo de Rosenborg Slot by @willcarminato

Saindo do castelo, caminhamos em direção ao centro da cidade novamente, mas agora para a região de Nyhavn. É nesse local onde ficam os melhores restaurantes de Copenhagen e é de onde partem os passeios de barco! A região é alegre, colorida e cheia de turistas.

Nós ficamos um tempinho admirando os barcos ali, fazendo planos de voltar em algum verão… Deve ser uma delícia fazer um passeio desses em um lindo dia de sol!

Também aproveitamos para prender um cadeado com as nossas iniciais na ponte do canal, para simbolizar nosso aniversário de casamento! <3 Agora Copenhagen também tem um pedacinho de nós…

Depois almoçamos no On the Sunny Side, um restaurante italiano maravilhoso que fica logo no começo de Nyhavn. Além do pessoal ser super simpático e atencioso – fizeram questão de arriscar algumas palavrinhas em português, quando perceberam que somos brasileiros – o Will disse que foi lá que ele comeu o melhor penne ao molho de 4 queijos da vida dele! 🙂

Chegando na Nyhavn...
Chegando na Nyhavn…
Canal de Nyhavn
Canal de Nyhavn
Nati <3 Will
Nati <3 Will

Após o almoço, fomos até a famosa Igreja de Mármore, com direito a uma pausa para uma oração de agradecimento e fotos do interior da igreja, e depois caminhamos para a Praça Amelienborg. Nessa praça fica a residência de inverno da família real dinamarquesa, e é formada por um conjunto de 4 palácios (confere o giro pela praça aqui).

No centro da praça, fica a estátua de Frederik V e mais ao fundo, depois do rio, podemos ver a Copenhagen Opera House.

 

Igreja de Mármore
Igreja de Mármore
Estátua de Frederik V
Estátua de Frederik V
Copenhagen Opera House by @willcarminato
Copenhagen Opera House by @willcarminato

Depoooooois – meu Deus, como a gente andou!! – passamos pela Praça Højbrom para conhecer o castelo de Christiansborg Slot, um lugar realmente impressionante! E no final do dia, passamos pela rua Strøget, outro ponto importante da cidade, onde ficam as lojas mais legais! 

Depois desse mega rolê, voltamos pro Hotel pra descansar um pouco. E à noite fomos jantar no Hard Rock Café da cidade, que fica lá na City Hall, e trouxemos mais um lindo copo para nossa coleção! 🙂

Praça Højbrom
Praça Højbrom
Christianborg Palace
Christianborg Palace
Christianborg Palace by @willcarminato
Christianborg Palace by @willcarminato
Rua Strøget
Rua Strøget
  • Dia 3

Reservamos o último dia para conhecer a fábrica de cerveja da Carlsberg (Carlsberg Museum). É claro que esse foi o melhor dia pro Will! Rs

Conhecemos a coleção de garrafas de cerveja deles, que é a maior do mundo, e depois visitamos as instalações da antiga fábrica.

No museu há uma sala com diversos registros históricos sobre a fábrica, sobre as famílias que construíram o negócio e sobre a importância da marca para a Dinamarca.

Na saída da fábrica, conhecemos os estábulos dos cavalos – tem passeio de charrete para entreter a criançada enquanto os pais enchem o caneco rsrs – e depois participamos de uma degustação de cervejas produzidas por eles \o/

Depois paramos na lojinha de souvenires deles que é cheia de coisas legais! Compramos touquinhas da Carlsberg e mais um copo pra nossa coleção. Almoçamos um hambúrguer bem gostoso no restaurante da fábrica, e logo fomos para o aeroporto, rumo a Berlin.

RESUMÃO

Foi uma viagem INCRÍVEL! Apesar de ser uma cidade um pouco cara, vale a pena cada dinheirinho investido. As pessoas são educadas e bem na delas, assim como aqui na Alemanha.

Como eu disse lá no início, a gente procurou um destino que não fosse tão prejudicado pelo inverno, e que desse pra conhecer em pouco tempo, mas no final, não teve jeito…

Algumas coisas ficaram de fora, tanto pelo inverno, quanto pela falta de disposição desse casal sedentário tempo:

  • Passar um dia todinho no Parque Tivoli *-*
  • Fazer um passeio de barco pelos canais da cidade que saem de Nyhavn
  • Visitar a Glyptoteca NY Carlsberg e Museu Nacional de Copenhagen
  • Subir na Rundetarn, que é a torre de observação mais antiga da cidade.
  • Subir na The Round Tower, que é um antigo observatório astronômico
  • Conhecer o bairro de Cristiniania, que é uma nação auto-proclamada independente, que sobrevive desde os anos 70 cercada de polêmicas. Parece que é tipo uma comunidade Hippie, bem interessante de se conhecer. 
  • Entrar no Museu da Libertação que fica na Fortaleza de Kastellet
  • Conhecer a Cervejaria Mikkeller que é super famosa por lá
  • Experimentar o tal do Smørrebrød, que é um prato típico, e o famoso Hot Dog Dinamarquês

Bom, pelo menos o roteiro de mais um futuro fim de semana em Copenhagen já está pronto, né? 🙂

Sobre a pegada Pet Friendly da cidade (conteúdo que eu sempre tento abordar aqui no Blog): vi muitos cachorrinhos pelas ruas com seus donos, mas os estabelecimentos, aparentemente, não permitem a entrada de pets.

E pra quem tá curioso para saber sobre o Wisky, dessa vez achamos melhor não levá-lo, pois além de ser uma 3ª Lua de Mel (mais que merecida), a gente já sabia que a pegada da viagem seria muito cansativa e desconfortável para ele. Então ele ficou hospedado na casa dos nossos amigo, pais da buldoguinha mais linda de Berlin, e também se divertiu muito! 🙂

E aí, quem topa ir pra Copenhagen com a gente de novo? 😉

Beijos

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2016, OBRIGADA POR TER SIDO UM ANO BOSTA

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O que mais temos visto nos últimos meses foram comentários negativos sobre o ano de 2016. E mesmo que pra você o ano tenha sido bom – ou não tão ruim assim – você há de concordar que, pra maioria das pessoas e para o mundo, de uma maneira geral, foi um ano muito ruim mesmo.

Lembro de ter lido alguns dados curiosos sobre o ano passado, que vão desde estatísticas até teorias exotéricas. Parece que em 2016 nós tivemos, pelo menos, uma grande tragédia por mês. Também lembro de ter lido – ou foi uma amiga doida que comentou? – que ele representou o fim de uma Era, de um ciclo para a humanidade, e por isso tantas coisas aconteceram.

Muita gente perdeu pessoas especiais. Não me recordo de ter notado, em nenhum ano anterior, tantas publicações de amigos falando que perderam seus pais, avós e outras pessoas queridas. Muita gente perdeu emprego, ficou desanimado, sem dinheiro. A política no Brasil, então? Palhaçada, vergonha. Isso sem falar nos relacionamentos amorosos. Eu digo que se seu relacionamento sobreviveu a 2016, acho que vocês não se separam nunca mais.

A coisa tava braba. Tempos difíceis. Que aninho filho-da-puta que foi você hein, 2016? 

A minha vida também não podia ficar de fora disso. Eu me mudei para a Alemanha com marido e meu cachorrinho, e você provavelmente vai dizer:  Nooooossa, Nati! Que chique morando na Europa! Que sorte a sua sair do país num momento desses. Vai reclamar do que, mulher? 

Eu não vou reclamar, mas tenho que admitir que foi muito difícil. Apesar de Berlin ser uma cidade muito bacana, de termos conhecido novos lugares e de termos feito novos amigos, nem tudo foi um mar de rosas, tão pouco nadamos do dinheiro, como a maioria das pessoas deve pensar.

Recomeçar a vida em um país diferente, dar um stop na carreira profissional e ficar longe da família foi muito foda pra mim. E pro meu marido se tornar o “único responsável” pela nossa família, sem ter muito suporte emocional de quem ele confia, e ainda ter que lidar com as rasteiras que a vida deu, foi muito complicado.

Tudo isso aconteceu no nosso segundo ano de casamento! Nós mal conseguimos nos ajustar direito e logo tivemos que refazer todos os planos. Nossos mundos, valores e expectativas conflitaram de tal maneira, que eu achei que a relação não resistiria. Dizem os mais experientes que casamento é isso mesmo. É passar por tempestades como essas… E sobreviver.

Mas o que eu quero registrar mesmo nesse post é que, apesar de tudo isso, tenho sentido uma coisa diferente em todas as pessoas. Se por um lado, 2016 trouxe tanta tristeza e frustração, os votos para que 2017 seja melhor foram mais verdadeiros que os anos anteriores. 

Em outras palavras, sinto que as pessoas estão mais dispostas a mudar, estão mais generosas e solidárias umas com as outras. Também sinto que finalmente as pessoas estão tirando seus planos do papel, cheias de vontade de realizá-los. Uma enorme necessidade de mudança, de sair da zona de conforto, de superar limites está no ar!

E isso é muito bom, não é? Dizem que o fundo do poço pode ser o melhor lugar do mundo, pois é dele que a gente tira força para nos impulsionar e sairmos de vez de uma má fase. Então só nos resta agradecer imensamente a 2016 por ele ter sido um ano bosta! \o/ Que ele nos sirva de adubo para que tudo que a gente planeja dê certo… e floresça!

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Você nunca vai transformar esse babaca em um cara legal

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Vai por mim, já estive no seu lugar. Sempre que um deles aparece, seja em uma série de TV ou na vida de uma amiga solteira, eu fico me perguntando o que diabos a gente vê nesse tipo de cara. Mulherengo, malandro, orgulhoso, machão, encrenqueiro, materialista, desrespeitoso e até mesmo um pouco grosseiro. Lindos, cheirosos e irresistíveis, infelizmente.

É o babaca que tem como principal missão quebrar o coração de toda mulher. E todas nós – arrisco dizer que sem exceção – tivemos ou teremos que passar por isso. Esse tipo de cara é quase como um ritual de passagem na sua vida amorosa, uma experiência obrigatória de se viver.

Não sei se é o jeito solto que eles tem de levar a vida, quase sempre sem nenhuma responsabilidade ou perspectiva. Ou se é a forma com que ele te convida pra conhecer o mundo amanhã, sem se preocupar com seu horário de entrar no trabalho, nem com nada que possa te prejudicar… “apenas pelo prazer de estar com você”.

Ou se é porque ele te dá um frio na barriga estranho, algo que você não sentia desde a época dos namorinhos de colégio. Ou se é pelo fato dele te despertar uma vontade enorme de jogar tudo pro alto e se aventurar também. Quando vocês estão juntos, tudo parece perfeito, mas depois que se despedem, ele dá aquela sumida despretensiosa, aparecendo séculos depois, com a maior cara lavada e a lábia mais convincente que você já ouviu.

Na frente dos outros, ele não te trata como alguém especial, mas basta surgir uma oportunidade, que ele te leva para um canto, e somente em particular, ele te faz um milhão de promessas vazias, que quase sempre soam ingenuamente como uma possível história de amor.

São tantos os motivos que a gente consegue elencar enquanto estamos apaixonadas, mas quando estamos de fora – ou quando olhamos para traz – os sinais de perigo ficam tão evidentes, né?

Sabe o que eu acho? Que todo esse desprendimento cria um efeito contrário. Ao invés de sair correndo quando vemos que é cilada, a gente começa a tentar concertar esse cara, na triste tentativa de fazer com que ele queira estar numa relação com você. E apesar da intenção ser muito boa, ela é completamente inútil.

Não importa o que você faça, nem o quanto você se mostre flexível e interessada no mundo dele. Não vai fazer a menor diferença ser compreensiva, tentar entender a sua história, sua origem, sua criação e todos os possíveis motivos que fizeram esse cara fugir de um relacionamento de verdade.

Não importa o tempo que você está disposta a esperar para que ele se encontre. Se esse cara é mesmo um perdido, sem pé no chão, sem foco, sem sonhos… Minha amiga, você sequer poderá exercer uma influência positiva sobre a vida dele.

Arrisco ainda dizer que ele vai ser capaz de pegar cada conselho seu, seja ele amoroso, profissional, ou até mesmo de saúde, e jogar no lixo de propósito. Só para provar que ele é livre pra fazer o que ele quer. Que você não é mãe dele, muito menos dona. Só para provar que você não significa nada.

Eu nem faço mais questão de entender o que se passa na cabeça deles. É tanto tempo e tanta energia que a gente gasta tentando desmitificar e interpretar cada atitude, que com o passar dos anos, você se cansa. Cansa de aturar, de lidar, de ouvir a respeito. Acho que nem sou mais tão boa para dar conselho, quando uma amiga começa a me descrever o novo crush e vejo que ele faz parte dessa categoria.

Bom, pelo menos agora consegui entender que esses caras são tipo catapora: gente tem uma vez na vida… pra nunca mais. E mesmo sabendo que estamos imune, não queremos passar nem perto de quem tá doente, né?

Você passa a enxergar a vida de outra forma e se sente preparada para qualquer coisa, depois de tudo que você sofreu. Se você sobrevive a um cara desses, você é capaz de passar por cima de qualquer outra decepção amorosa. Depois que você se cura, tem a impressão de que nada mais é capaz de te contaminar de novo.

Ele se torna a pior lembrança de tudo de ruim que você viveu relacionado ao amor, e partir daí, seu coração fica muito mais aberto para coisas boas. Digo por experiência própria, pois quando eu superei a minha história com um bad guy desses aí, e tava achando que amor não era coisa pra mim, eu me apaixonei por um verdadeiro exemplar do tipo cara legal, com quem hoje estou casada.

Alguém que já estava disposto a viver um relacionamento. Alguém que teve lá suas decepções amorosas também, e que talvez já tenha dado alguma mancada com outra garota, quando mais novo. Porque né… Quem nunca? E apesar de não ser perfeito, como a gente passa a vida toda imaginando, sempre se importou com o que eu sinto.

Você tem que tirar uma lição disso tudo, ficar mais exigente, e confiar que você merece estar em uma relação melhor, se é isso que você quer para sua vida. Agora se você vive essa experiência uma vez, e permite se envolver com esse tipo outra vez, aí você é burra mesmo, amiga. Sinto muito. Você nunca vai transformar um babaca em um cara legal.

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Você nunca perde tempo por ser uma boa pessoa

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Tá se sentindo um idiota por ter sido legal com alguém que não retribuiu? Pois é, bem vindo ao clube.

Geralmente a primeira coisa que a gente faz é criticar a outra pessoa, sempre tentando entender quais motivos a fizeram não corresponder as nossas expectativas. Mas é engraçado como também costumamos a nos punir e nos repreender… Por sermos boas pessoas.

Que loucura né, cara?

Vejo isso acontecer muitas vezes quando as pessoas terminam uma relacionamento amoroso que já não ia muito bem. Converso bastante com as amigas – eu mesma já estive nesse mesmo lugar… quem nunca, né? – e quase sempre eu escuto as mesmas coisas: “eu fui boba por ter confiado nele”, “eu fui uma trouxa por ter feito tudo pela relação”, “ele não merecia todo carinho que eu o dediquei”.

Também já vi gente passando por coisa parecida no trabalho, e bateu aquela revolta por ter feito um trabalho incrível, ou antecipado um puta prazo importante, e o gerente não parabeniza. A cabeça ferve de raiva e de outros sentimentos ruins, a gente não se sente valorizado. E é como se, mesmo nos esforçando ao máximo, não somos sequer notados.

E dói quando a gente vê que o nosso melhor não faz a menor diferença, né?

Claro que essa revolta inicial é totalmente compreensível, e eu diria que, até certo ponto, ela também pode ser saudável. Esbravejar, colocar pra fora e espantar os próprios demônios ajuda (e muito!) a gente a superar uma fase complicada como essas.

Mas eu recomendo que, após essa primeira explosão e os primeiros goles de cerveja, você pare um pouquinho para analisar o lado bom de tudo isso. E eu não tô falando dessa parada de se sentir superior não. Tô falando de você se sentir em paz com você mesmo, de poder colocar a cabeça tranquilamente no travesseiro, sabendo que você cumpriu a sua parte como deveria.

Seja numa relação amorosa, profissional, ou em qualquer tipo de relacionamento, ser uma boa pessoa boa nunca é perda de tempo. Respeito, lealdade, sinceridade, honestidade, parceria. Quantas dessas qualidades que a gente considera essenciais em uma pessoa, nós não percebemos que estão cada dia mais perdidas e desvalorizadas por aí?

Nada como a sensação de sair com a cabeça erguida, com a consciência intacta de que em todo momentos, mesmo que tenha errado, você agiu positivamente. Mesmo que a outra pessoa tenha feito um milhão de cagadas, e você já tenha se cansado disso – PORQUE NINGUÉM É OBRIGADO NÉ – desistir ou pular fora desse barco é algo que deve lhe trazer paz, e não arrependimento.

Ás vezes eu acho, além de muitos outros motivos, que o convívio em sociedade vem sendo cada vez mais prejudicado porque as pessoas estão perdendo esse princípio, sabe? E hoje em dia ser honesto é ser ingênuo. Ser fiel é pedir pra ser traído. Ser sincero é grosseria. Ser parceiro é perder a oportunidade de sair ganhando.

E aí depois o bocó reclama da política, da desigualdade, ou sai chorando quando esbarra com alguém mais malandro que ele

A gente não deve se arrepender de praticar o bem. Não é pra pagar de bonzinho, ou mesmo para barganhar lá no futuro. É simplesmente para exercer a bondade, pra fazer disso um hábito, buscando uma evolução, um pouco mais de amadurecimento.

Se você quer ser legal, SEJA! Se isso não for bem vindo pelo outro, pode ter certeza que lhe fará muito bem, cedo ou tarde.

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Um pedido aos casais legais: por favor, não desistam um do outro

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Acabei de ler o texto do Gregório Duviver dedicado à Clarice Falcão, e essa era justamente a inspiração que eu buscava pro post de hoje. Na verdade, era a deixa que eu esperava há muito tempo para escrever sobre isso.

Ao contrário de algumas pessoas, eu nunca fui muito ligada no romance dos dois. Sempre tive uma visão bem superficial sobre eles, mas sabia que era um casal inteligente, que combina pra caramba e que faz uma série de trabalhos bacanas juntos. Do tipo que nunca deveria se separar. 

Parece que já faz um tempinho, mas eu só soube hoje que eles não estão mais juntos, e ao ler cada doce palavra escrita por esse cara, eu consegui imaginar e me identificar com todas as memórias vividas e guardadas por ele.

E quando o texto terminou, ainda um pouco emocionada, eu só consegui pensar: Porque casais bacanas se separam? 

Quantas vezes na vida a gente conhece casais assim, especiais, singulares e incríveis, mas que depois de um tempo, por motivos que nem sempre a gente descobre, a relação chega ao fim. De Bonner & Fátima àquele casal de amigos com quem eu dividi algumas cervejas, carrego comigo o pesar de ver lindas histórias chegando ao fim.

Sei que cada um sabe de si. Sei que ninguém é obrigado a ficar junto do outro pra sempre, quando a coisa não vai bem. Sei que o amor mais lindo pode esconder trevas que jamais serão expostas para os outros. Às vezes o casal perde aquela liga que fazia dar certo no início, ou simplesmente, os dois querem seguir rumos diferentes.

E aí o casal fica parado, um de frente pro outro, com uma porção de cartas na mesa, quase todas indicando que vale a pena continuar junto… Mas desistem. Fim. Me diz… porquê?

Porque é mais fácil se apegar a uma lista de defeitos e incompatibilidades, do que a todos os bons motivos que trouxeram o casal até aqui? Porque no dia-a-dia a gente esquece o quanto o outro é inteligente e engraçado, e passa a se importar muito mais com as manias irritantes? Porque alguns casais tem tudo pra dar certo… mas não dá mais?

Eu provavelmente ficaria aqui, enchendo minha cabeça com todas essas perguntas, e jamais encontraria uma resposta que esclarecesse tudo. Cada relacionamento é um encontro de dois universos infintos.

Mas fica aqui o meu apelo aos casai legais: por favor, não desistam um do outro.

Vocês não fazem ideia disso, mas são um espelho pra outros casais que estão começando um relacionamento agora, a esperança pra quem sonha em viver um amor, e o sorriso de alguém do outro lado do mundo, olhando a última selfie postada por vocês.

É no amor incondicional que vive a salvação de muitos males do nosso mundo. É esse o sentimento que vai construir famílias e lares, que vai fazer você sorrir no meio de todo caos.

Para e pensa: se a outra pessoa é digna da sua admiração, se ela esteve do seu lado quando você pensou que nenhuma outra estaria, não desista de vocês. Se houver uma pontinha de esperança lá dentro do coração, e se a dor de se imaginar longe do outro é mais forte do que o desejo de ir embora… Por favor, fique.

Pense, arrependa-se, esforce-se, elogie, dê o seu melhor. Tente de novo, tente mil vezes. Peça perdão, peça um tempo, fique longe. Mas volte…

Um dia vocês estarão sentados no sofá da sala, procurando um filme para assistir, e você vai olhar para aquela pessoa e enxergar todo esse amor. Vai lembrar que no seu coração ainda arde uma ou outra mágoa que ela lhe causou, mas você vai se permitir se apaixonar de novo, como tantas outras vezes.

Você vai dar mais essa chance pra vocês… e vai valer a pena.

Essa noite vou rezar por todos os casais bacanas desse mundo! <3

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Sinceramente ainda acredito em um destino forte e implacável

E tudo que nós temos pra viver é muito mais do que sonhamos

 

Vem andar comigo – Jota Quest

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