O silêncio entre um casal

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Quando eu era solteira, lembro que ficava observando aqueles casais que ficavam juntos, mas em pleno silêncio. Cheguei até a comentar com o pessoal da faculdade, na época, que achava aquilo muito estranho. Sempre pensei que um relacionamento, para dar certo, precisava de diálogo, de identificação, daquela coisa de “trocar figurinha” o tempo todo, sabe? Mas só depois que eu me apaixonei que percebi que essa necessidade de falar e trocar ideias não está necessariamente ligada à estabilidade do amor e finalmente consegui entender o que significa esse tal silêncio entre um casal.

Estar em silêncio não quer dizer que você “não está nem aí” para o outro. Muitas vezes, o silêncio demonstra que você apenas está disponível para ouvir. Não vejo mais o silêncio como sinônimo de vazio. É exatamente o contrário. O silêncio às vezes é só uma porta trancando um quarto bagunçado, desses que a gente tem vergonha de mostrar pro outro, mas que prefere deixar pra arrumar em um outro momento, quando estiver mais disposto.

Manter-se em silêncio significa que você aceita, pura e simplesmente, a presença daquela pessoa. Ela não precisa falar, nem interagir, nem quebrar gelo, para que você se sinta confortável o suficiente para estar… em paz. Ah, sim, a paz. Ela também mora no silêncio, junto à calmaria e à estabilidade. De fato, a conversa nos dá a falsa ideia de bem estar… Mas quem nos garante isso? Quem garante que o fato de vocês estarem conversando sobre o preço da gasolina quer dizer que estão em perfeita sintonia?

Um casal que escolhe ficar em silêncio leva vantagem sobre aquele que insiste em discutir a relação a cada novo desentendimento. Algumas coisas simplesmente são impossíveis de se resolver e de compreender, e o fato de você querer ficar forçando a barra só gera um puta desconforto para ambos. As vezes o silêncio quer dizer que você simplesmente aceitou algum fato, só não está preparado para dizer que aceitou. Conformar-se com a realidade é tão necessário quanto ficar lutando para defender os próprios ideais.

Palavras, muitas vezes, são só palavras. Silêncio é muito mais… é respeito.

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Os Chás de Bebê da minha vida

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Eu sei que vocês devem estar pensando que eu sou a pessoa mais louca e bipolar desse mundo. No post anterior, eu listei cinco motivos para não ser mãe e agora, venho com esse papo de chá de bebê. Antes que vocês me critiquem – mais – ressalto que os dois posts, apesar de contraditórios, tem uma estreita relação. Não foi à tôa que eu comecei a questionar essa coisa toda de ser mãe, pois de uns tempos para cá, esse assunto tem martelado a minha cabeça porque anda bem próximo do meu coração!

Duas queridas amigas minhas estão grávidas! A Daniela está à espera da nossa querida Laura e a Letícia está carregando a pequena Nicole. As histórias dessas duas famílias são bem diferentes, mas uma é tão especial quanto a outra!

O nascimento da Laura provavelmente será um dos mais emocionantes que vou presenciar! Como tratava-se de uma gestação com um certo risco (pois a Dany tem diabetes e mais algumas pequenas complicações de saúde), a chegada dela já está sendo comemorada por todos nós que acompanhamos toda a trajetória dos fofíssimos papais Jonatas e Daniela! Eu e a Dany nos conhecemos através de uma das nossas melhores amigas, que é a Marina. Daí já viu, né? Amiga de amiga vira amiga também. Para turbinar ainda mais essa amizade, a Dany é tão louca por cães como eu! #JáConsideroPacas

Já a Nicole nos pegou no susto, pois a minha amiga Lets e o, agora, maridão Otávio, ainda estavam cogitando a ideia do casamento quando a notícia chegou. Conheci a Letícia no primeiro ano da faculdade e logo no começo, já nos tornamos grandes amigas. Por motivos pessoais, ela teve que trancar a faculdade e ficamos um tempinho afastadas, o que é natural… Mas nunca cortamos relações. O mais bacana de tudo é que com o meu casamento, a gente se aproximou de novo! Infelizmente, ano passado, a Lets passou por uma tremenda barra… Perdeu a mãe depois de uma intensa luta contra o câncer (sofri muito por ela).

Engraçado como as coisas são, não é? Bebês que chegam assim, sem os pais planejarem, parece que “sacodem a poeira” e dão um rumo definitivo para quem estava meio perdido, meio sem chão, como a Lets. Acho que a Nick, de certa forma, vai preencher um espaço vazio no coração da minha amiga, assim como a Laurinha vem para completar uma linda família!

É por isso que tenho pensado tanto nesse assunto. Apesar dessas duas guerreiras estarem enfrentando, com maestria, essa foda incrível missão que é ser mãe, acabo roubando um pouquinho dessa fase pra mim, curtindo como tia babona, mas concluindo que realmente devo ficar longe dessa ideia por uns tempos.

Mas é exatamente aí que eu entra na história! Fui escalada pela Marina para fazer o convite do Chá da Laura e, aproveitando o gancho das pesquisas e dos estudos, me ofereci prontifiquei à fazer o da Nicole também! Tô assim, respirando Baby Shower todas as noites, enquanto reúno as referências que encontro para essas lindas mamães.

Estou preparando um post especial com todas as ideias bacanas que tenho desenvolvido para Chás de Bebês! Mas agora, fiquem com as primeiras inspirações fofas que certamente influenciarão os chás da Laura e da Nicole!

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5 motivos para repensar a maternidade nos dias de hoje

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Eu achava que era clichê, mas depois que a gente casa, parece que é automático: as pessoas começam a lhe perguntar sobre quando virão os filhos. Teve gente me perguntando se já encomendamos nosso primogênito na lua de mel mesmo. Quanto indelicadeza né, gente? Fora que qualquer mal estar ou dor de cabeça que tenho, já vira indício para as pessoas perguntarem se tô grávida.

Confesso que desde a infância sonho em ser mãe. Já tenho os nomes escolhidos, ideias para os quartos, até a roupinha do batizado eu já escolhi. Mas quando eu me casei, a coisa mudou de figura. É tanta responsabilidade, tantas coisas para pesar e pra considerar que, sinceramente, não tem como encaixar um bebê em nossas vidas tão cedo.

Foi então que eu comecei a observar os desafios que as mães de hoje em dia encaram e percebi o quanto elas são guerreiras! Nunca deve ter sido fácil criar filhos, eu imagino, mas as atuais mães encaram perigos, adversidades e contradições que as nossas mães se quer imaginaram. E foi pensando nisso que eu resolvi escrever um post diferente, listando as minhas percepções sobre o assunto e concluindo que ser mãe não é brincadeira. Foi-se o tempo em que a gente decidia ser mãe assim, do nada, ou só porque o casamento tá chato, ou porque o relógio biológico tá pedindo um bebê. Ser mãe não é mais algo que tem que ser decidido apenas por seguir o instinto.

Deixo claro que eu sempre escrevo pra gente normal, viu? Gente que trabalha para se sustentar, pra ganhar a vida, para sobreviver. Porque pra rico é muito fácil colocar filho no mundo, pois tem babá pra trocar fralda, enfermeira disponível, e por aí vai.

Vamos à listinha?

1. O seu lado “mãe” não vai estar sempre em primeiro lugar

Outros fatores, como a carreira profissional, principalmente, falarão muito alto na vida da mulher. É cada vez mais raro encontrar mulheres que optam por ficar em casa, dedicando-se somente à família. Está cada vez mais difícil para os homens segurarem as despesas sozinhos, e a nossa geração de mães (de 20 a 40 anos, generalizando bem) foi criada desde sempre para ter uma profissão. Imagina você dispersar anos de formação acadêmia, horas e horas de conquistas e evolução no mercado de trabalho, para abdicar de tudo assim? Sei não, viu. Vale repensar.

2. Você e seu marido já curtiram o suficiente?

Nos últimos tempos tem acontecido algo incrivelmente lindo: as pessoas tem se casado por amor. Ou pelo menos, podem se casar por esse motivo. E justamente por se amar muito é que o casal deseja realizar milhares de coisas juntos, coisas que vão desde juntar uma grana ou até mesmo investi-la, fazer todas as viagens dos sonhos, conhecer lugares especiais… E a gente sabe que nem sempre dá pra encaixar um bebê aí nesses programas e principalmente, nesse orçamento. Vale a pena sacrificar o bem estar do casal agora?

3. Você provavelmente deseja muito mais

Academia versus escola particular. Meu tão sonhado curso de francês versus as aulas de natação. Aquela cervejinha com os (as) amigos (as) no fim de semana versus a estrei de Rio 2 no cinema. A nossa tão sonhada viagem para Londres versus uma semana inteira na Disney. Pode soar egoísta (na verdade é mesmo), mas eu gosto de dizer que isso é a mais pura realidade. Se hoje nós podemos colocar o bem estar do casal (que é quem realmente vai ficar junto para sempre) em primeiro lugar, pra que ter pressa de colocar um pentelho na frente de tudo?

4. Você não vai mais conseguir criar o seu filho sozinha

Como eu disse lá em cima, são raros os casos das mães que podem ficar em casa, cuidando de seus filhos. Se você precisa trabalhar, provavelmente vai ter que deixá-lo na escolinha por um período integral. E dá-lhe grana para investir e força no coração pra deixar o carrinho do bebê lá, né? Se você não tiver condições de pagar uma boa escolinha nem tiver a sorte de achar uma pública de confiança, vai ter que contar com o apoio das avós. O que eu acho uma crueldade para todos os lados. É ruim pra você que vai ser obrigada a ver o seu filho se apegando cada vez mais a sua mãe, e não a você. Ruim para a avó que já fez a missão dela e que deveria estar curtindo a vida, finalmente, em paz. Ruim para criança que cresce mimada, como a gente vê tantas por aí. O desafio é grande, mas se você quer dizer sim pro barrigão, vai ter que se acostumar com isso.

5. Você vai perder muita coisa da vida do seu filho

Enquanto ele dorme no berço, cansado depois de um longo dia, você vai ficar sabendo através agendinha da professora que hoje foi o dia em que ele deu os primeiros passos. Vai ficar sabendo que ele gaguejou as primeiras palavras e aprendeu a atirar brinquedos para cima e morre de rir quando isso acontece. Ele vai ser condicionado a aprender que, quando chora, não recebe bronca, mas sim um tablet que irá distraí-lo enquanto os pais ocupados fazem qualquer outra coisa. No futuro, essa criança, provavelmente, vai pesquisar as coisas no Google ao invés de te perguntar as coisas.

Você, futura mamãe-de-classe-média, segura essa bucha? Olha, tô dispensando.

Exagerei? Não sei, mas por enquanto, todas essas crenças me fazem apoiar o projeto #MãeSóEm2020

Quero saber qual a opinião de vocês!

Beijos!

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O que rolou de bom na web essa semana

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Semana passada, não fiz o post de Links da Semana porque acabei ficando mais focada em escrever e agendar alguns posts. Estava cheia de ideias e inspirações, então fui listando tudo, comecei a preparar os textos e a pesquisar imagens e referências.

Vem muita coisa legal por aí! ♥

Também tava bastante focada no trabalho na agência, em casa as tarefas estavam se acumulando, ainda teve o dia das mães… Enfim, quase não tive tempo de navegar pela internet e reunir as publicações e assuntos mais legais. Essa semana foi um pouquinho mais tranquila e consegui me organizar para preparar esse resumo da semana.

Espero que gostem! 😉 Vamos lá:

1. A pegadinha do Palhaço Assassino – É o que eu sempre digo: não confie em palhaços. Fiquei apavorada só de ver o vídeo, imagina viver uma situação dessas. Deus me livre.

2. O resgate do Pit Bull que só queria ser amado – sou suspeita para falar de cachorros, mas eu sempre digo que Pit Bull é uma raça muito hostilizada, que precisa de muito amor como qualquer outro cão. Com o adestramento certo, esses anjinhos podem fazer parte de muitas famílias por aí.

3. O teste super bacana que diz em qual cidade do mundo você deveria morar! A minha deu Londres, meu grande sonho! Fique sabendo qual é a sua cidade acessando esse link: http://pt.what-character-are-you.com/d/pt/11/index/37.html

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4. Tutorial da Ju Romano do Entre Topetes e Vinis que ensina como fazer um delineado de gatinho perfeito

5. O Coral Inesperado, formado por pacientes do Hospital A.C.Camargo – Emocionante e surpreendente. É tão bonito ver que algumas pessoas que passam por problemas como esse conseguem tirar forças para transmitir ensinamentos. Que com seria se as pessoas se conscientizassem antes de chegar a um ponto como esse.

6. Ensaio de Família no Minha Filha Vai Casar que mostra a doçura e a alegria de uma linda família à espera de mais um filho! Dá pra ver o amor estampado no rosto de cada um ♥

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7. A polêmica sobre a venda de arroz e feijão (o nosso famoso PF) no McDonald’s – Eu não sei vocês, mas como eu sou uma draga, até deu vontade de experimentar! – Via G1

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8. O gatinhou que defendeu o garoto do ataque de um cão malvado – Conhecendo cachorros como eu conheço, esse malvado já deveria estar de olho no menino há muito tempo, só esperou uma oportunidade para atacá-lo. Eu defendo muito os cachorros, mas a família desse carinha aí deveria ter tido cuidado redobrado com essa agressividade 🙁 por sorte, não aconteceu nada mais grave com o menino. As palmas agora vão pra esse gatinho corajoso! Cada dia que passa, tenho mais admiração pelos felinos ♥

9. Casal cria vídeo emocionante do filho que nasceu com uma desordem genética e que teve apenas 10 dias de vida. Peguem seus lencinhos e vejam o mais belo exemplo de amor entre família – Via Hypeness

10. 20 momentos que provam que o Silvio Santos é o cara mais descolado do Brasil – Ai, Silvio, você é único! Desde que soube que você foi o único sócio do SBT que sempre acreditou no potencial das séries do Bolaños, sou uma grande fã! – BuzzFedd 

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Amizade é uma das coisas que o tempo não apaga

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Hoje de manhã aconteceu uma coisa muito especial comigo e com o blog. Recebi uma mensagem super querida de uma grande amiga minha dos tempos do colégio. Estudamos juntas da oitava série até o último ano, somos formadas em RP e nos chamamos “Natália”. Assim mesmo, com acento agudo no “tá”. Ela foi a primeira menina da qual eu me aproximei do grupinho que se chamava de Clube da Lulu (hahahahahaha que merda!) que eu e minha melhor amiga Fernanda tanto zoávamos. Elas eram aquelas meninas bonitinhas do colégio, sabe? Que todo mundo “paga um pau” (gíria do nosso tempo), que conhecem o pessoal mais velho e que são as mais populares do Orkut (ai gente, tô morrendo de rir).

Enfim, a Naty Rissatto foi quem abriu as portas para um tipo de amizade diferente pra mim. Depois dela e do Clube da Lulu (deixo claro que eu nuca fiz parte desse grupo aí), eu finalmente pude ter “o meu pessoal”. Só de lembrar das manhãs frias do Colégio Nossa Senhora dos Remédios, das piadas idiotas sobre Chaves, das malditas provas de Física, das risadas nas aulas de Religão, me dá um nó na garganta. Puts, aquilo era mesmo amizade!

Mas como todo mundo sabe, não é nada fácil manter o contato com todos depois que cada um segue seu caminho. A vida é mesmo ingrata com a gente. Depois dos 18, veio a faculdade, novas amigas (apenas duas, na verdade) e muita responsabilidade. Cada uma seguiu seu sonho, rumo à profissão escolhida, arranjaram novos namorados, fizeram viagens legais… Nós crescemos e levantamos vôos diferentes. Por sorte, existem as redes sociais que fazem com que pelo menos a gente acompanhe a vida de cada uma, e fale baixinho de dentro do coração “espero que ela esteja feliz”.

Sim, eu sempre desejei a felicidade de todos os meus amigos da escola, assim como lamentei a distância e o nosso afastamento. Com o tempo, a gente aprende que a vida é assim mesmo, faz a gente se aproximar de uns e se distanciar de outros, é natural. Mas eu sempre nutri no meu coração uma amizade muito linda e muito sincera por todas vocês!

Obrigada, minha querida e linda amiga Natália Rissatto, por ter entrado em contato comigo depois que achou meu blog por aí! Você não faz ideia do quanto suas palavras foram especiais para mim! Deixo aqui registrado também a minha saudade daquelas meninas malucas, cheias de sonhos, de gás, de alegria! Sinto muita saudade de vocês.

Vejam o recado da Naty…

“Eis que estou em uma busca absurda por uma mudança no cabelo. Cansada, completamente necessitada de um super corte, um novo tom.. Enfim resolvo procurar informações no google. Entro em um blog e nada, entro em outro blog e nada de novo.. Até que me aparece um novo, que nunca tinha visto, com um aspecto diferente e um texto que me completava. Eu ri, me vi e encontrei dicas incríveis em apenas um post. Interessadíssima nos outros assuntos, resolvo abrir a pagina inicial do blog e , de repente, uma surpresa: a dona do “Tanta coisa em comum” era ninguem mais ninguem menos que Natália Pinheiro Laurindo agora Campideli. Foi aí que eu entendi tudo, entendi porque eu me identifiquei tanto naqueles textos. E que orgulho me deu! Sempre fui sua fã. Sou mais ainda agora … Parabéns, Nati.. Parabéns pelo casamento, parabéns pelo blog, parabéns por tudo.. Você se tornou uma mulher incrível e linda! Uma pena nossas vidas nos separarem tanto! Saudade! Beijos e aguardo o próximo post…”

Morrendo de amor e de saudade 

Post dedicado a:

Natália Rissatto [a Naty], Fernanda Motta [a Preta], Natália Cardoso [a Nah], Gabriela Rabelo [a Gabi], Karine Risério [Dra. Ká], Stella Violla [a Tella], Bárbara Fratini [a Báh], Letícia Vergana [a Lê], Laís Grzegorz [a Laisinha] e Analli Carvalho [a Nana].

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Bodas de Algodão

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Já se passaram 3 meses desde o dia mais esperado da minha vida. Eu nunca imaginei que em tão pouco tempo, tanta coisa mudaria! Casamento é realmente um baita divisor de águas da vida de uma pessoa. A gente deixa de ser filha/filho para se tornar esposa/esposo, deixamos de ser o centro das atenções de um lar e passamos a ser os responsáveis por fazer a coisa acontecer (e funcionar). Não tem mais pra onde correr diante de um problema, não tem mais desculpas pra ficar brigado por muito tempo e nem espaço pro egoísmo dos dois caçulas mimados.

Quando fui chamada de senhora pela primeira vez, percebi que não foi somente por educação e respeito do atendente, mas agora, ser chamada dessa forma é o correto. Assustou um pouquinho, fez eu me sentir velha, mas faz parte. Agora não tem mais saudade, tem rotina, tem intimidade, tem companheirismo.  Nem sempre é fácil, eu confesso, mas no final das contas, há mais prós do que contras. E junto com todos esses prós, há motivos para gente comemorar! Depois de fevereiro, em todo o 15º dia do mês publico quais são as bodas que estamos completando! Antes eu até achava desnecessário, pois o que vale mesmo é o passar de cada ano, mas devido à intensidade e ritmo das mundaças que acontecem no primeiro ano do casal, hoje, acho esse tipo de comemoração muito mais que merecido!

Bodas mensais ♥

  •  1 mês: bodas de beijinhos
  • 2 meses: bodas de sorvete
  • 3 meses: bodas de algodão-doce
  • 4 meses: bodas de pipoca
  • 5 meses: bodas de chocolate
  • 6 meses: bodas de pluminha
  • 7 meses: bodas de purpurina
  • 8 meses: bodas dee pompom
  • 9 meses: bodas de maternidade
  • 10 meses: bodas de pintinhos
  • 11 meses: bodas de chicletes
  • 12 meses: bodas de milagre/papel

Bodas anuais 

  • 1º ano: Bodas de papel
  • 2º ano: Bodas de algodão
  • 3º ano: Bodas de couro ou trigo
  • 4º ano: Bodas de flores frutas ou cerâmica
  • 5º ano: Bodas de Madeira ou ferro
  • 6º ano: Bodas de açúcar ou perfume
  • 7º ano: Bodas de latão ou lã
  • 8º ano: Bodas de barro ou papaoula
  • 9º  ano: Bodas de cerâmica ou vime
  • 10º ano: Bodas de estanho ou zinco
  • 11º ano: Bodas de aço
  • 12º ano: Bodas de seda ou ônix
  • 13º ano: Bodas de linho ou renda
  • 14º ano: Bodas de marfim
  • 15º ano: Bodas de cristal
  • 20º ano: Bodas de porcelana
  • 25º ano: Bodas de prata
  • 30º ano: Bodas de pérola
  • 35º ano: Bodas de coral
  • 40º ano: Bodas de esmeralda
  • 45º ano: Bodas de rubi
  • 50º ano: Bodas de ouro
  • 55º ano: Bodas de ametista
  • 60º ano: Bodas de diamente

Espero que tenham gostado! 🙂

Beijos!

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My Style: um amor chamado Outono

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Antes de começar a pensar na ideia de escrever o meu primeiro post sobre moda, pensei bastante. Quando a gente publica um blog, precisa estar preparado para uma série de críticas, questionamentos e surpresas. Não sou muito ligada em moda e nem pretendo ficar do dia pra noite, só para alimentar o TCeC com esse tipo de conteúdo.

Quase não entendo nada sobre grifes e jamais saberia diferenciar uma Prada falsa de uma original. Também odeio bater perna no shopping, para você ter uma ideia. Geralmente vou a alguma loja de departamento apenas com um objetivo, pois não tenho a menor paciência para ficar provando nada. Sim, eu sou uma menina, antes que você comece a me questionar. Apesar de gostar muito de comprar roupa, acabo adiando esse programa para depois e gasto meu dinheiro com outras coisas. O cenário ideal para mim, seria se as compras pela internet dessem certo!

Teoricamente, eu jamais teria conhecimento para fazer um post dando dicas de moda para vocês. Então porque diabos eu comecei a escrever? Simplesmente porque tenho um certo bom gosto e bom senso, coisa que eu acho que falta muito por aí. E foi pensando nisso, e também ligando o meu bom e velho foda-se-que-o-blog-é-meu, que eu resolvi arriscar.

Então, porque não aproveitar pra fazer essa “estreia” agora no OUTONO, que é a minha estação do ano preferida? 

Falando de moda, gosto do Outono porque ele começa a dar uma segurada no calor infernal que faz aqui no Brasil no verão. Eu simplesmente odeio o calor porque, em relação a roupa, não sou nem um pouco favorecida. Não curto usar short curto, sou desajeitada o suficiente para não me dar bem com saias e vestidos, e também não acho bacana usar coisa muito decotada. Sei lá se é grilo meu por causa do meu peso/corpo, só sei que meu estilo passa bem longe do sexy e chega o mais próximo possível de tudo que é confortável!

Vejam algumas combinações e peças que gosto de usar!

1. Blusinha solta + calça básica + All Star 

 

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Esse é o tipo de combinação que eu mais uso. De vez em quando, abro mão do meu All Star por uma sapatilha fofa, e também fujo um pouco dessa sobriedade do preto do look acima. Sorte que eu trabalho em uma agência de comunicação que me permite usar meu estilo preferido, cheio de conforto e praticidade.

2. Vestidinho básico + lenço

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Tenho um vestidinho parecido, mas fiquei louca nessa estampa de bicicleta e sou completamente apaixonada por lenços! Adorei essa combinação, incluindo a bolsa vermelha. Ideal para dias mais quentes, daqueles que a gente só se previne daquela esfriada que bate no fim da tarde.

3. Jeans + camisa + cardigan

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Esse look é um pouco mais sofisticado [pra mim, hein] mas continua seguindo a minha proposta mais despojada. Eu dispensaria esse salto, aliás, não curto sandálias. Eu substituiria por uma sapatilha mais fina ou, se fosse preciso, um scarpin mais classudo.

4. Combinação perfeita para mim 

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Essa é minha combinação preferida! Juntei o conceito do primeiro look com o anterior. Eu dispensaria o relógio, pois não tenho o hábito de usar, mas colocaria alguma pulseira legal. Ideal para dias mais frios!

5. Lenço

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Além de ser um acessório super charmoso e estiloso, o lenço ajuda a dar uma barrada no friozinho. Se você quiser apostar numa t-shirt, ou menos em um regatinha, como na imagem, o lenço é uma boa pedida. (Ps: que menina magra, gente.)

6. Esmaltes que ficam em alta

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Os esmaltes que ficam em evidência nas prateleiras nessa estação são os meus preferidos. Eu uso bastante vermelho, mas acho que essa cor, assim como o famoso branquinho, é meio coringa. Mas os tons de café e esses nudes combinam muito com a estação.

7. Batom vermelho (sem assustar)

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Quando era mais nova, sempre tive vergonha de usar batom vermelho. Depois que fiz 21 anos e comprei um batom vermelhão para compor a minha fantasia de Branca de Neve, simplesmente me apaixonei. Vira-e-mexe, eu apareço de boca vermelha. No verão, acho que fica meio agressivo, principalmente para o dia. Já no Outono, essa cor traz bastante harmonia para o look completo.

E aí, gostaram?

Beijos

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Inspirações para cabelos de corte médio

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Eu já havia comentado aqui no blog que sempre gostei de mexer bastante no meu cabelo. Aos treze anos, enchi a cabeleira de mexas vermelhas. Passei a adolescência oscilando entre essas maluquices e o cabelo natural, até que o segundo ano da faculdade, em 2010, quando passei a clareá-lo. Comecei com um leve tom de mel nas pontas, depois peguei firme nas californianas até criar coragem para começar a puxar mais luzes no cumprimento do cabelo. Isso foi em 2011.

Em 2012 enjoei de tudo e joguei um tonalizante de uma cor bem próxima à cor natural do meu cabelo (castanho bem escuro) e me mantive assim até o final do ano. Depois da entrega do meu TCC, quis mudar novamente. Joguei luzes de novo, com californiana, ombré, e tudo que você puder imaginar. No meu noivado em janeiro de 2013 eu estava praticamente loira, só mantive um fundo do cabelo mais escuro. E foi assim o ano todo, só fiz retoque duas vezes. Foi aí que em janeiro desse ano, um mês antes do meu casamento, eu senti vontade de mudar de novo. Mas mudar como, meu Deus?

Fiquei loira de vez. E detestei. Bipolaridade à parte, eu não sabia muito bem o que queria pro meu cabelo, eu só sabia que eu não estava mais me reconhecendo. Ele vivia preso no coque, não tinha mais vontade de arrumá-lo. Bati um papo sério com a minha cunhada, que é a minha cabeleireira e psicóloga capilar, e resolvemos começar do zero.

Escureci completamente as madeixas faltando 15 dias pro casamento. Foi loucura, insanidade, eu sei. Mas senti um alívio enorme ao me reconhecer novamente. É obvio que a sequência de descolorantes, tinturas e o penteado que fiz pro casamento detonaram meu cabelo em pouco tempo. Voltei da lua de mel e tirei um pouco as pontas. Comecei a hidratá-lo toda semana e consegui recuperá-lo.

Não satisfeita… Resolvi cortar ainda mais. Tirei essas pontas tão judiadas pra deixar o cabelo crescer mais solto, mais natural. Passei a tesoura e, pela primeira vez na vida, não chorei quando vi aquele monte de fios no chão. Fiquei aliviada! Apesar de ter ficado tentada a mexer um pouco na cor, prometi pro meu cabelo que vou deixar ele em paz um pouquinho. Agora vamos ver quanto tempo dura esse look até o próximo surto! 😉

Vejam algumas referências que segui para chegar a esse corte! E confiram mais ideais legais lá no meu Pinterest.

Beijos 

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Era minha referência principal! Amo esse corte, amo a Anne!  mas o problema é que meu cabelo é mais encorpado que o dela, o desfiado nas pontas não ficaria igual.

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Esse corte é maravilhoso, super elegante, mas não faz muito o meu estilo. Gosto de um cabelo mais solto, com um pouco mais de volume.

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Como esse aqui!  embora eu tenha pegado mais leve no repicado. Meu cabelo só fica com esse aspecto bagunçadinho que eu amo quando não seco com secador. O problema é que eu tenho pavor de cabelo molhado, e quase sempre acabo secando e escovando logo depois do banho.

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Esse repicadão tinha sido a ideia da minha mãe. Eu acho muito bonito, tirei daí a referência para a franja, mas não deixei tão curta (não suporto franja caindo no olhos) e, como eu disse, não me joguei nas camadas/repicado.

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Apesar de ser super liso e não ter franja, foi daí que saiu aquela vontadezinha de mexer na cor. O que são essas pontas mais clarinhas?  Amei!

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Entenda porque esperar demais dos outros só irá te destruir

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Confesso que de uns tempos para cá, essa ideia está martelando na minha cabeça. Já há muito tempo, eu tenho passado por seguidas decepções com algumas pessoas, gente que eu achava que poderia confiar, gente que de alguma forma, mostrou que era bem diferente do que imaginava.

Acontece que eu percebi que muitas coisas já eram de se esperar. Fui eu que não quis ver a verdade que sempre teve estampada, que fui criando diversas justificativas para tais comportamentos, mas nunca abri meus olhos para enxergar a falta de interesse, de compromisso, de honestidade para com o meu sentimento.

Daí um dia a gente acorda. Surta. Percebi tantas coisas de um tempo pra cá… Vi quem realmente vale a pena. Senti o gostinho amargo do arrependimento.

Eu costumava fazer um jogo comigo mesma: tentava esperar o pior dos outros pra ver se me surpreendia. Só que nessa, eu me enganava. No fundo, eu sempre esperei algo sim. Sempre esperei surpresas, sempre esperei o melhor, sempre esperei mais. Mas adianto, meus caros, que isso não vai te levar a lugar nenhum.

Esse sentimento só vai te destruir. Vai apagar de você o pouco que lhe resta de esperança, vai tirar a sua atenção de quem realmente importa. Nos últimos anos, tenho tentado corrigir muitas coisas. Compensar algumas falhas, demonstrar tudo que sinto. Tento estar presente, mesmo que longe, tento ser alguém melhor, merecedora.

Decepção não mata, ensina a viver. Eu achava tão clichê…

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Dia das Mães: Amanheceu, é hora de voar…

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Eu odiava a pré escola. Foram inúmeras dores de barriga inventadas e incontáveis pedidos do tipo “Tia, liga pra minha mãe e pede ela vir me buscar?”.

Certa vez uma amiga me convidou para passar o fim de semana na casa dela em Bertioga. Tinha piscina, jardim, cachorros para brincar. Respondi que sim de bate e pronto, mas cheguei em casa chorando, perguntando para a minha mãe “o que vai ser de mim sem você nesses três dias?”. O jeito foi ligar pra mãe da amiguinha e pedir desculpas, mas eu não poderia ir. Eu até sugeri dar a desculpa da dor de barriga, mas minha mãe achava que isso já tava batido demais.

Também não fui para Porto Seguro no terceiro colegial. Eu até queria, mas ela não deixou. Não fiz nenhuma questão também, sabe. Nunca fui de dormir na casa dos primos, das amigas. Em vinte e três anos, dá pra contar nos dedos as vezes que fiquei longe dela. E a nossa vida foi inteiramente assim, num grude só, mãe e filha. Unha e carne.

Esse ano, saímos da zona de conforto. Eu casei. Não moramos mais juntas. Não a irrito mais diariamente, com as minhas ironias e críticas ásperas. Não como mais o feijão delicioso nem tomo o café-com-leite mais incrível do mundo. Quando a gente se encontra, o abraço é mais demorado do que nunca. Rola uma tristeza, uma nostalgia, um sorriso emocionado.

Ainda tem um vazio aqui e lá, pensamentos que se cruzam o tempo todo, e a gente saca quando tô tirando o telefone do gancho pra ligar pra ela e, quando toca, é ela. Desfazer esse laço entre mãe e filha não está sendo fácil, mas nós duas temos consciência e discernimento para entender de que é assim que tem que ser. A missão dela como mãe está cumprida, digamos assim, e agora, só me resta caminhar e honrar tudo aquilo que ela me ensinou.

Esse Dia das Mães vai ser muito diferente dos outros anos. Não vai ter aquela sensação boa de acordar e pular na cama dela. Nesse ano, vai ter aperto no coração. Mas também vai ter sobremesa por minha conta e presentes especiais!

Enxuga o rosto, menina, tua mãe vai estar aqui sempre que você precisar.

Feliz dia das Mães, dona Nadir!

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Para ouvir…

Pássaros – Cláudia Leitte

 

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