COMO EMAGRECI 10KG – reeducação alimentar, fim do sedentarismo e saúde emocional

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Oiê!

Desde janeiro deste ano eu tenho compartilhado meu processo de emagrecimento e reeducação alimentar. Na verdade, as minhas tentativas de atingir o meu peso ideal começaram no ano passado, quando eu me dei conta do quanto havia engordado nos últimos anos, e o quanto meus péssimos hábitos alimentares estavam me prejudicando.

Estar acima do peso é algo que mexe muito com a gente. Peço desculpas aos gordinhos que se amam e se aceitam, e provavelmente vão criticar a minha opinião. Mas exceto algumas referências Plus Size que acompanho nas redes sociais – e admiro muito, muito mesmo – todas as pessoas que estão ao meu redor, enfrentando os mesmo problemas, não estão satisfeitas e gostariam de mudar. 

Ano passado eu tentei fazer a dieta Dukan várias vezes, mas desistia sempre, e eu também praticava exercícios em casa, porque eu achava que não gostava de academia. Na verdade, com o tempo eu passei a entender que eu tinha muita vergonha do que iam pensar de mim. Tinha vergonha que pessoas ficassem me olhando, julgando, todas essas besteiras e limitações que colocamos na nossa cabeça e nos impendem de arriscar coisas novas, sabe? (Eu frequento academia há 6 meses e estou cada dia mais viciada! \o/ Leia mais aqui.)

O resultado foi que eu patinei o ano todo, e embora eu não me pesasse naquela época, eu acabei engordando muito mais. Isso aconteceu porque a minha relação com a comida estava totalmente errada. E é esse o grande ponto de partida para você que está lendo este post, buscando o mesmo que eu.

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Como era a minha relação com a comida?

Veja o meu caso: eu havia me mudado de país, estava longe das pessoas que eu amava, e deixei de trabalhar por conta da mudança. Minha rotina havia mudado totalmente e eu me sentia muito sozinha. Além desses fatores, o Alemanha é um país onde passamos praticamente 9 meses de muito frio, e isso faz com a gente sinta mais fome mesmo.

Tente entender o que a comida significa pra você e quais sentimentos você busca quando se alimenta.

Durante todo o ano de 2016 meus principais passa-tempo eram assistir séries de TV e comer. Pão de fôrma com nutella, sorvete de caramelo salgado, salgadinho de mostarda e mel, macarrão, hambúrguer, pizza. Tudo isso fazia parte do meu cardápio. E quanto mais a gente acostuma nosso corpo a consumir essas coisas, mais ele vai pedir. 

A boca salivava por essas coisas, era incontrolável, e a satisfação que eu sentia quando eu retribuía a vontade do meu corpo até arrepiava. Hoje quando lembro desse período, sinto vontade de chorar, sinto pena de mim mesma. Dói muito admitir isso… Não pelo fato de eu ter engordado tanto, mas hoje eu sei que a Nati estava muito triste, provavelmente arrependida das escolhas que havia feito pra vida dela. Eu precisava de ajuda, sabe?

Em dezembro eu me pesei depois de muito tempo, e o resultado foi desastroso: 87kg distribuídos em 1,67m. Eu não estava “cheinha”, “gordinha” ou com “sobrepeso”. Isso é considerado obesidade nível 1. Lembro que saí da balança, peguei meu celular e tirei uma foto do meu corpo, só de lingerie.

Eu chorei… Chorei por horas. Eu nunca fui magrela, sabe? Já cheguei a pesar 55kg, mas sempre tive umas gordurinhas. Mas cara… Eu me achava linda. Eu me vestia com gosto, arrumava meu cabelo, e me sentia feliz. Naquele momento eu percebi que há muitos anos eu não sentia mais essa sensação… De me amar, de achar bonita, de me sentir completa.

Outro fato que eu também achei importante escrever aqui, e que pode servir pra muitas mulheres, é que eu estava em um relacionamento durante esses anos que engordei. E quando isso acontece, a gente automaticamente para de querer se agradar – sei que é errado, gente… me julguem… eu tive que passar por isso pra aprender – e começa só querer agradar nosso parceiro. E a gente era super brother, adorava sair pra comer, cozinhar juntos, fazer gordices.

E aí eu fui engordando… engordando… Seguindo os hábitos alimentares dele, praticamente comendo a mesma quantidade que ele comia. Mas, gente… ele é um cara de 1,90 de altura que pratica atividade física há anos, né? Eu era uma mulher sedentária e preguiçosa rs…

E por mais que tuuuudo isso me incomodasse, eu perguntava a opinião dele, e ele sempre dizia que eu estava bem, que eu estava linda. Eu sei que isso faz parte do trabalho de um marido (rsrs), e que se ele ficasse falando que eu tava gorda, eu sofreria muito. Mas a questão é que eu não fazia nada por mim, mesmo quando tudo me indicava que eu estava errada. 

E depois deste fatídico dia dos 87kg, eu vim pro Brasil pra passar o final de ano com a minha família. E aí veio outro choque: o verão, o biquíni e as fotos em família. Eu estava no auge da gordura, nenhum biquíni me servia, eu transpirava igual a um porco… e só queria me esconder. Minha família tão querida, doida pra tirar foto comigo, registrar que a Nati estava no Brasil, e eu recusava… Meio sem jeito. Se eu tirava foto de pé, eu me via quadrada, se estava sentada, tinha umas 3 jiboias em volta da minha cintura.

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Como eu consegui emagrecer 10kg? 

Foi uma parada meio Capitão Nascimento mesmo, sabe? Quando eu conto com as pessoas, muitas se assustam e me criticam, mas se o intuito é servir de inspiração, bora lá!

Depois que eu tomei consciência de tudo isso que escrevi acima, eu entendi que o caminho era apenas um: mudar de vez, sem frescura e sem desculpas. Eu coloquei na cabeça que a comida não ia mais preencher nenhum espaço vazio na minha vida, e que eu teria que buscar satisfação e prazer em outras coisas.

Eu encontrei isso na atividade física, no meu trabalho como redatora, nos meus estudos e nas pessoas que eu amo e reencontrei aqui no Brasil.

Sobre a rotina alimentar em si: eu cortei refrigerante, doces e carboidratos pesados totalmente do meu cardápio, e sigo muitos princípios da Low Carb. Faço somente a três refeições principais do dia, não me obrigo a comer a cada três horas não. E tento beber pelo menos 1,5l de água por dia… Confesso que essa é a parte mais complicada pra mim, mas eu tento rs.

Também substituo praticamente tudo que preciso comer pelas opções integrais, zero açúcar ou vegan, e também passei a conhecer uma série de alimentos e suplementos bacanas que ajudam muito.

Eu tento ao máximo não fugir disso, e se em alguma situação, e eu não tiver nenhuma opção no cardápio que se encaixe na minha dieta, eu tento comer poucas quantidades. Isso tem dado muito certo!

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Setembro 2017: tchauzinho, 44! 76kg

Como o Instagram me ajudou

Em janeiro eu criei uma conta no Instagram, pra compartilhar minha dieta e meu processo, e também seguir outras pessoas que pudessem me inspirar e trazer ideias. E eu acho que isso foi muito, muito importante pra eu começar a atingir meus objetivos.

Além de conhecer uma porção de gente querida e dedicada, eu descobri um montão de receitas saudáveis e leves! Isso é essencial pra quem tá pensando em emagrecer e melhorar a alimentação: ter muitas receitas, muitas opções práticas para preparar, quando a fome bater.

Como eu me comprometi a registrar todas as minhas refeições, eu passei a ter uma visão geral do que eu estava ingerindo, e logo, a entender o que colaborava ou não com a perda de peso. E além disso, batia uma decepçãozinha comigo mesma, quando tinha alguma comida porcaria lá no meio.

Eu comecei a perceber, por exemplo, que nas semanas que eu consumia mais pão (mesmo que integral), ou mais arroz, ou exagerava na quantidade de comida no prato, meu peso não mudava. Mesmo frequentando a academia, a alimentação corresponde a 90% do nosso sucesso.

 

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Quando vieram os primeiros resultados?

Somente três meses depois que comecei a academia e passei a ser realmente criteriosa com a alimentação. Antes disso, algumas pessoas comentavam que eu estava emagrecendo, mas eu só fui me dar conta mesmo quando experimentei alguns shorts que havia comprado em janeiro, e naquele período, já estavam folgados.

Antes disso, meu amor… Era só choro e frustração. Eu queria comer as coisas, eu queria desistir. Mas no meu estilo Capitão Nascimento de fazer coisas, eu dizia pra mim mesma pra insistir um pouco mais. E é o meu conselho sincero pra quem também está tentando: permita-se viver essas mudanças por 6 meses. Somente 6 meses. Não fique pensando que sua vida vai uma merda sem gosto nenhum pra sempre. Não pense que você nunca mais vai poder comer o que gosta… Dê essa chance pra você mesmo.

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Bye Bye, 46! 3 meses depois do início da reeducação alimentar e das atividades físicas

Se nada der certo, se você não emagrecer, volte a ter a vida cheia de sabor que sempre teve. Mas não desista disso antes de tentar… Vai por mim… No primeiro mês, eu chorava de vontade de comer chocolate e morria de dor no corpo por conta dos exercícios. No segundo mês eu já estava mais habituada, não sentia dor, só cansaço, e estava mais interessada pela Low Carb. No terceiro, eu vi que tinha emagrecido, e de lá pra cá… É faca na caveira mesmo! Cada kg que eu perdi, eu comemorei.

E eu não vou parar até chegar onde eu quero!

E você? qual vai ser a desculpa de hj?

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Eu nunca tive um plano B

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Há alguns anos atrás você me perguntou quais eram meus planos pro futuro. Lembro que eu fiquei parada durante alguns segundos, tentando formular uma resposta bacana pra te impressionar. Você havia me dito tantas coisas legais, tantos planos e metas financeiras, tantos lugares que queria conhecer. E eu só conseguia pensar na entrega do meu TCC.

Você me perguntou se eu tinha projetos pessoais, se tinha sonhos de casar e ter filhos. Eu disse que nunca tinha parado para pensar em nada disso, mas que sabia que esse era o rumo natural das coisas. Porque geralmente é, né?

O tempo foi passando e eu admirava cada vez mais esse teu jeito determinado, sua ambição, sua planilhas. Eu não sabia fazer planilhas. Eu achava foda sua maturidade. Pensava que esta talvez fosse minha grande chance de crescer também, junto com você.

Tudo fazia tanto sentido quando a gente conversava. Estávamos em sintonia, na mesma página, no mesmo momento. Tudo foi acontecendo tão rápido e as pessoas ao nosso redor não entendiam a nossa pressa.

Nunca foi pressa. A gente só não tinha porque esperar. Quando o amor da nossa vida aparece, a gente se entrega sem medo, de corpo e alma. E pronto.

Desde então eu nunca tive um plano B pra minha vida. Sequer cogitava o fim e quase nunca olhava pra trás… Tão pouco para os lados. Eu enxergava em você o único caminho que eu tinha, a minha maior certeza. Seu abraço era meu lugar no mundo.

Por isso tudo tem sido tão estranho nos últimos meses.

A vida é uma coisa muito louca, cara. Nosso destino não está nas nossas mãos. Eu nunca fui muito ligada em planejar minha vida pessoal, até você chegar. E mudar tudo. E depois mudar novamente.

Você mudou. Seus planos, seus sonhos, até alguns de seus valores. Desisti de tentar entender o que houve contigo. Se você pirou, se você se redescobriu, se está apaixonado por outra pessoa, ou se infelizmente o amor acabou de verdade.

Também deixei de me culpar. Eu sei tudo que eu fiz por nós e você também. Eu simplesmente achei que os seus sonhos eram mais interessantes e grandiosos que os meus. Acreditei profundamente que podia ser feliz assim também. 

Você foi mesmo a minha oportunidade de amadurecer nada vida, como eu minha intuição me disse há 5 anos atrás.

Eu aprendi que é melhor cogitar que as coisas podem dar errado. Aprendi que eu não posso fazer do abraço de alguém o meu lugar, pois quando o abraço se fecha… A gente fica sem chão.

Você era meu plano A.

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O mundo precisa de gente como nós

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Vez ou outra a vida pega a gente de surpresa. Mesmo quando tudo parece calmo, tranquilo, mesmo quando já estamos conformados com os fatos, achando que eles são o máximo que a vida pode nos dar. Gente otimista demora pra perceber que caiu numa zona de conforto, e que na verdade, só ele ainda não enxergou que as coisas não estão tão bem quanto parecem, e muito longe de onde deveriam estar.

Gente que passa mais tempo olhando o lado do bom de todas as situações, se apegando ao que realmente foi positivo em cada dia que passou, leva muito mais tempo para desistir, pra jogar tudo pro alto. E é por isso que a queda parece ser maior, mais dolorida e mais injusta. A gente se dedica tanto, não é?

Durante as fases turbulentas, tentamos entender o porquê de tudo, buscando as respostas para justificar aquilo que não está mais sob nosso controle, nem pode ser mudado com nossa esperança e nossa fé. A gente sofre mais que os outros, porque perde o chão.

Mas o mais engraçado, é que se esse nosso otimismo nos desespera em meio ao caos, logo conseguimos voltar nossos esforços e energias novamente para o bem. E em pouco tempo, surpreendentemente, passamos enxergar luz e coerência no rumo que as coisas tomaram a partir de então. 

Como num passe de mágica os caminhos começam a se abrir, pessoas boas se aproximam com conselhos, um ombro amigo ou um convite para um café, e uma lista de oportunidades e novos sonhos começa a brotar numa folha de papel. Mesmo que a gente ainda esteja meio sem rumo, a nossa certeza de que tudo vai dar certo, que outrora nos cegou, agora é energia e coragem diária para enfrentar um novo ciclo.

Você descobre que é muito mais forte do que imagina, sabia? Descobre que a luz que você carrega dentro do peito pode te levar pra qualquer lugar que você quiser, basta saber iluminar os planos certos. E essa mesma luz vai te ajudar a curar suas feridas, até que elas se tornem boas lembranças de novo, como tudo que está em seu passado. 

Não fique triste quando te chamarem de bobo, sonhador e ingênuo. Melhor viver assim do que se enganar, trancado em um compartimento de mágoas, medos e rancores que jamais lhe trariam coisas boas. Seja corajoso, verdadeiro e respeite seu tempo. E nunca deixe de acreditar na bondade que há em algumas pessoas, no amor e em dias melhores. O mundo precisa de gente como você, como nós. 

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OS LINDOS JARDINS DO PARQUE BRITZER GARTEN

Lago do parque Britzer Garten | Berlin | Maio 2017 | @natilaurindo

As baixas temperaturas aqui da Alemanha nos deram um “até logo” nas últimas semanas, e além das flores e do maldito pólem tradicional churrasco com os amigos, a primavera nos permite fazer uma série de programas diferentes pela cidade! 

Há alguns dias atrás nós aproveitamos um sábado ensolarado para conhecer o Britzer Garten! Um lindo parque aqui de Berlin, famoso pelos seus jardins repletos de tulipas e diferentes espécies de flores, além de muitas outras opções de lazer.

Will & eu | Britzer Garten | Berlin | Maio 2017 | @natilaurindo
Will & eu | Britzer Garten | Berlin | Maio 2017 | @natilaurindo

O parque possui uma área total de 90 hectares, um grande lago, cachoeiras e pontes que interligam diferentes áreas. Além disso, ele também possui espaços especiais para a criançada, com parquinhos, brinquedos e uma prainha artificial para os dias os mais quentes.

Área de lazer para crianças | Britzer Garten | Berlin | Maio 2017 | @natilaurindo
Área de lazer para crianças | Britzer Garten | Berlin | Maio 2017 | @natilaurindo

Também há restaurantes e quiosques em diversos pontos do parque, um trenzinho que percorre todo local durante a primavera e o verão, e muitos espaços onde você pode simplesmente deitar na grama e relaxar, possibilitando um dia completo de lazer.

O Britzer Garten existe desde os anos 80 e foi construído especialmente para a exposição Bundesgartenschau, um evento do segmento de paisagismo e cultivo de plantas. Ele fica localizado entre Neukölln e Mariendorf, na região sul da cidade.

O parque possui vários acessos, mas o endereço da portaria principal é Buckower Damm, número 146.

Uma das pontes do parque Britzer Garten | Maio 2017 | @natilaurindo
Uma das pontes do parque Britzer Garten | Maio 2017 | @natilaurindo

Embora o parque seja uma incrível opção de lazer em qualquer época do ano, o melhor período para visitá-lo é agora durante a primavera, quando podemos apreciar o Festival de Tulipas. O Tulipan ocorre entre os meses de abril e maio, de acordo com a intensidade e duração do final do inverno.

O mais bacana é que as espécies de flores desabrocham em épocas diferentes, e em cada período do ano, nós podemos apreciar paisagens, cores e sensações novas.

Infelizmente neste ano, eu cheguei tarde demais… Os dias já estavam bem quentes e as tulipas não resistiram ao calor. Apesar do passeio ter valido super a pena, tanto pelas paisagens, quanto pela companhia dos amigos, fiquei bem chateada por não ter conseguido vê-las. Bom, fica pra próxima primavera, certo?

EXPECTATIVA: Tulipan, o Festival de Tulipas do Parque Britzer Garten. Imagem: 2012 berlin-audiovisuell.de
EXPECTATIVA: Tulipan, o Festival de Tulipas do Parque Britzer Garten. Imagem: berlin-audiovisuell.de
REALIDADE: chegamos tarde :( | Britzer Garten | Maio 2017 | @natilaurindo
REALIDADE: chegamos tarde 🙁 | Britzer Garten | Maio 2017 | @natilaurindo

 

Ah, também não é permitida a entrada de animais de estimação. Apesar de não ser o passeio ideal para pets, pois os dias estão muito quentes, eu gostaria de levar o Wisky lá durante o Outono. É uma pena! 🙁 Mas dá para entender que o Britzer Garten não é um parque como os mais populares e urbanos de Berlin, onde o pessoal faz a maior bagunça e os cachorros circulam livremente.  É um lugar mais tranquilo, com clima bem família. 

O valor da entrada é de 3 euros, a bilheteria abre às 9h e funciona de acordo com a duração dos dias (períodos de luz) em cada época do ano: até às 20h de abril a setembro, período em que os dias são mais longos, até às 18h durante os meses de março e outubro, que são os meses de transição de estações, e até as 16h, de novembro a fevereiro, quando o frio aperta e os dias são mais curtos.

O parque fica aberto todos os dias até escurecer.

Margaridas <3 | Britzer Garten | Maio 2017 | @natilaurindo
Margaridas, minhas preferidas! <3 |Britzer Garten | Berlin | Maio 2017 | @natilaurindo

Se você mora em Berlin, não deixe de conhecer esse lugar! E se vai passar mais tempo visitando a cidade, vale a pena colocar o Britzer Garten no seu roteiro! Ele não é um considerado um ponto turístico, mas é uma ótima experiência e rende belas fotos.

Beijos

Britzer Garten | Berlin | Maio 2017 | @natilaurindo
Britzer Garten | Berlin | Maio 2017 | @natilaurindo
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HYGGE – conforto e aconchego no estilo de vida dinamarquês

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Oi, gente linda!

Em fevereiro deste ano tive a incrível oportunidade de conhecer Copenhagen, capital da Dinamarca, e apesar de ainda não ter conhecido muitos países, eu não consigo pensar em outro lugar no mundo que seja tão especial quanto aquele.

Nos três dias em que estivemos lá, eu observei muita coisa sobre a cultura do país, o comportamento das pessoas e o estilo de vida que eles levam. Como passamos pouco tempo na cidade, não pude refletir sobre isso tudo durante a viagem, e no primeiro momento, eu me só apaguei ao roteiro e aos lugares que tínhamos que conhecer.

Mas depois que eu fui embora, senti que trouxe um pedacinho da Dinamarca comigo! Eu não sabia muito bem como explicar, mas era algo com que eu havia me identificado logo de cara, algo em que sempre acreditei. E depois de pesquisar mais sobre a cultura do país, já pensando em retornar, eu consegui compreender…

Famosa por ser a terra dos Vikings, da Pequena Sereia, da famosa cerveja Carlsberg e da clássica história de Hamlet, a Dinamarca também é reconhecida por ser o povo mais feliz do mundo, onde o compromisso com a palavra, a confiança e o respeito realmente são levados a sério pelas pessoas.  

Castelo de Rosenborg Slot
Castelo de Rosenborg Slot

O segredo dessa felicidade toda provavelmente é resultado da combinação de uma política eficiente, uma cultura forte e virtuosa, e uma baita qualidade de vida. Além disso, também há uma certa filosofia que pauta o life style dinamarquês: o Hygge, que significa conforto e aconchego, em seu sentido literal, mas que acabou se transformando em um conceito que influencia quase tudo na vida deles.

Foi exatamente isso que eu senti e trouxe pra minha vida desde que voltei lá! <3

Sabe quando a gente acorda no domingo com o cheiro de café fresco no ar? Quando a gente deita na nossa cama, depois de trocar os lençóis? E quando a gente abre uma boa garrafa de vinho e passa horas conversando com alguém que a gente ama? Ou quando compramos um arranjo de flores novo para decorar a mesa do jantar?

Essa sensação de bem estar, de satisfação, e de prazer visual, emocional e sensorial é a proposta do estilo Hygge! E isso está presente na decoração das casas, nos ambientes de trabalho, no design e na maneira com que as pessoas se relacionam na Dinamarca. A ideia é fazer com que tudo seja acolhedor e que as pessoas sempre se sintam a vontade.

A perfeição e a ordem de uma casa não podem ser mais importantes do que o conforto, por exemplo. Muito menos o luxo ou valor pago em cada coisa. Aliás… ostentar bens materiais é algo considerado muito feio e desagradável pelo povo dinamarquês. Qualidade e simplicidade, apesar de muitas vezes serem interpretados com qualidades opostas, nessa cultura, tornam-se quase sinônimas uma da outra.

No dia-a-dia, os sofás e os colchões devem ser convidativos, e os ambientes, sempre perfumados. Deve haver flores, quadros, e velas para iluminar e aromatizar cada pedacinho da casa. Um bolo apetitoso na mesa, um café pronto para servir, talheres e xícaras sempre a postos. Tudo fácil, disponível, pronto pra receber bem e fazer sorrir.

Desde que me mudei pra cá, notei que o povo alemão – apesar de “menos amável” – também tem hábitos e valores parecidos, mas a palavra Hygge e todo seu significado são promessas de tendência no mundo todo este ano.

Eu me considero privilegiada por ter visto e vivido um pouco dessa experiência Hygge em seu país de origem, mas principalmente, por poder trazer um pouco dela pra minha vida, pra minha casa. Mas como seria bom se os brasileiros entendessem a importância do exercício desses valores básicos e primordiais, mas tão desacreditados e distantes do nosso Brasil

Cada vez que essas coisas acontecem aqui comigo, penso no quanto eu gostaria que mais brasileiros tivessem essas mesmas oportunidades que tenho. E é por isso que eu me proponho a escrever sempre sobre as minhas novas experiências…  Não só para levar informação, mas também pra dividir um pouco das coisas boas que vivo e aprendo.

É essa minha razão de estar aqui 🙂

Beijos!

19 de maio de 2017, fim de tarde em Berlin <3
19 de maio de 2017, fim de tarde em Berlin <3

Saiba mais sobre a Dinamarca:

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COMO GOSTAR DE ACADEMIA? 12 respostas para as nossas maiores desculpas

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Oi, gente! Tudo good?

Depois de um ano morando em Berlin e repensando tantas coisas sobre a minha vida, eu comecei a me questionar sobre meus hábitos alimentares, meu sedentarismo e sobretudo, as escolhas que fiz durante esse tempo.

“Onde eu vou chegar, se continuar com esses mesmos hábitos?”

Por isso no post de hoje eu vou compartilhar mais uma experiência, e contar como foi que eu comecei a gostar de academia. Eu já tentei outras vezes, mas sempre desistia por todos os motivos que listei aqui em baixo. Finalmente criei coragem, e estou frequentando a academia há dois meses.

A cada dia que passa, eu me sinto melhor e mais feliz por isso! A ideia é incentivar outras pessoas, trocar experiências e tentar, pelo menos um pouquinho, encorajar quem ainda está em dúvida ou nutre todas essas desculpas e barreiras dentro de si.

Vamos lá? 🙂

1.Eu odeio academia 

Se você já tentou treinar em outros momentos da vida, e tem certeza de que isso não é pra você, que tal pesquisar outras modalidades? Dança, natação, yoga, pilates, corrida, vôlei, artes marciais, etc.  O mais importante é buscar orientação profissional e não ficar parado.

2. Eu nem sei por onde começar

Interessar-se pelo assunto já é um bom começo! Pesquise em sites e blogs na internet, veja vídeos no Youtube, siga perfis fitness no Instagram e converse com amigos que já frequentam academia.

3. Na semana que vem eu vou… 

Vai hoje mesmo. Nada de adiar para a próxima segunda, fazendo promessas vazias que você sabe que não vai cumprir. Respira fundo, toma coragem, e se permita ao menos conhecer o lugar. Comigo foi assim e funcionou 🙂

4. Mas eu tenho muita preguiça…

Você pode substituir “preguiça” por força de vontade, determinação e vergonha na cara, por exemplo.

5. Eu tenho medo de passar vexame

Todo mundo faz muitas besteiras no começo, se atrapalha com os exercícios e não entende os aparelhos, mas tudo é uma questão de hábito e prática. Ignore as pessoas ao seu redor, ouça sua playlist preferida, e faça tudo com calma, no seu tempo. E não se esqueça que até o cara mais fortão da academia também já esteve exatamente onde você está hoje. Tenha certeza de que ao final da primeira semana, você vai ver que não foi tão difícil assim.

6. Não sei qual academia escolher

Além de analisar todo o custo benefício, e avaliar a estrutura, o preço, a qualidade dos profissionais e os diferenciais da academia, tente optar pelo estabelecimento que fique mais próximo da sua casa. Assim a distância, e as possíveis mudanças de emprego/faculdade, não serão mais uma desculpa um problema pra você.

7. Mas eu não tenho tempo:

Prioridades, já ouviu falar? Então. Tente encontrar alguma brecha entre seus horários, compromissos e deslocamentos. Depois disso, peça um treino adaptado para o tempo que você tem, e dê o seu melhor. Também vale repensar seu estilo de vida: talvez abrir mão de uma hora de sono por uma hora de atividade física pode lhe proporcionar ainda mais saúde e disposição

8. Tudo parece muito trabalhoso

Otimize seu tempo e aprenda a deixar tudo no esquema, para que você não se atrapalhe no dia-a-dia. Por exemplo: se você vai treinar de manhã, na noite anterior, já prepare um lanchinho pra você comer assim que acordar, e também já separe a roupa do treino, do trabalho, e tudo que você vai precisar pra tomar banho depois. Não deixe para pensar em tudo isso na hora de sair, pois isso pode lhe desmotivar.

9. Mas eu nem sei o que vestir…

Uma legging confortável, um bom tênis, um top e uma camiseta qualquer. Pronto! Isso já é o suficiente para você começar. Depois que você pega gosto pela coisa, vai adorar comprar roupas mais legais, confortáveis e funcionais para ir pra academia.

10. Não sei exatamente o que estou buscando…

Perder peso, secar, tonificar, fortalecer, ter mais resistência física, ser mais saudável… Qual é o seu objetivo? Pense naquele corpo dos sonhos que você gostaria de ter, no que gostaria de melhorar em sua vida, e no velhinho saudável e bem disposto que você quer ser no futuro. Essas serão suas principais referências!

11. Não estou vendo resultados

Às vezes a gente se esforça tanto, mas ainda se vê longe do que quer atingir, né? Mas nessas horas, tente não se apegar à balança ou ao visual, e valorize as pequenas conquistas: suas roupas ficando mais folgadas, mais disposição e energia, os treinos ficando cada vez mais fáceis de cumprir. Tudo isso faz parte do processo.

12. Sinto muitas dores após os treino

Acho que é essa é a pior parte, mas pelo menos, já posso garantir que seu corpo acostuma, depois das primeiras semanas. Como eu disse, é questão de hábito. Algo que tem funcionado muito para mim é “não ter medo dessas dores”. Não deixe o corpo contraído durante o dia, evitando movimentar-se pra não doer, sabe? Tente se movimentar da forma mais normal possível, mesmo sentindo dor. Logo começa a melhorar! Eu também gosto de fazer alguns alongamentos que aprendi na yoga, que ajudam a relaxar as dores musculares.

E aí, qual vai ser a sua desculpa?

Beijos

 

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VIAGEM INTERNACIONAL COM ANIMAIS: tudo que você precisa saber sobre como viajar com seu pet na cabine do avião

@wisk_thedog Frankfurt, esperando nosso vôo para Berlin

Olá, gente linda!

Quem me acompanha há algum tempo sabe que eu me mudei para Berlin no ano passado, junto com meu marido e nosso cachorrinho Wisky. Por essa razão muitas pessoas me procuram para pedir dicas e tirar dúvidas sobre viagem com animais e como levá-los na cabine. 

A primeira coisa que você precisa fazer é avaliar as regras e o histórico das companhias aéreas. Cada empresa possui suas próprias exigências para transporte de animais, bem como padrão de bolsa de transporte, limite de tamanho e peso do pet, e até mesmo a restrição para algumas raças.

Cada vôo possui um limite de embarque de animais – no caso da Lufthansa, são até 2 pets – por isso você precisa verificar se o vôo escolhido tem vaga disponível pro seu pet. É muito importante que você se certifique disso  ANTES de comprar a sua passagem, para não correr o risco de escolher um vôo sem vaga para ele. Digo por experiência própria: trocar de vôo por este motivo dá um trabalhão danado e envolve uma taxa adicional bem salgada.

Como geralmente os sites não tem informações sobre a disponibilidade de vagas para pets, eu sempre seleciono dois ou mais vôos que tenho interesse, e entro em contato por telefone com a companhia aérea. E só depois que eles confirmam a disponibilidade para viajar com meu pet, eu finalizo a compra pelo site.

Logo em seguida, eu ligo novamente para companhia e informo o número da minha passagem. Aí por telefone mesmo, o atendente faz a reserva do Wisky dentro da minha passagem, e eu recebo por e-mail um novo itinerário de vôo, atualizado com a reserva.

Ah, uma dica legal é que você pode pedir pro atendimento encaminhar esse itinerário também no idioma do país, para evitar contratempos.

Exemplo de passagem da Lufthansa com a confirmação de reserva para pets
Exemplo de passagem da Lufthansa com a confirmação de reserva para pets. Note que reserva foi feita nos dois vôos, Berlin-Frankfurt e Frankfurt-São Paulo

Caso você precise fazer alguma escala em algum outro lugar, não esqueça de checar se a reserva do seu animalzinho foi feita para todos os trechos da viagem. Já o pagamento da reserva geralmente é feito no dia do embarque, antes de despachar as malas e pesar o animal.

Para viajar com o Wisky, saindo aqui de Berlin, nós pagamos o valor de 70 Euros. Já saindo do Brasil, o valor sobe para 100 Euros. O valor pode ser convertido para o real no balcão. Infelizmente, por essas razões, eu só posso fazer o check-in no aeroporto, e eu não consigo escolher a poltrona com antecedência, como acontece com o check-in on line.

Não sei se isso ocorre em todas as companhias, mas o sistema da Lufthansa coloca automaticamente o passageiro com pet em um poltrona na janela. Ou seja: janela garantida sempre! <3

REGRAS GERAIS DAS COMPANHIAS ÁREAS

Só são permitidos na cabine do avião CÃES e GATOS de pequeno porte, que devem permanecer sob os cuidados e vigilância dos donos durante todo o tempo da viagem. Geralmente não é permitido o transporte de outras espécies, como, infelizmente, foi o caso do Alvin, nosso porquinho da índia, que teve que ficar no Brasil…

O animalzinho fica acomodado em uma bolsa de transporte especial para viagens aéreas, que deve ser completamente fechada, com tampa e/ou laterais teladas, obviamente, para que ele consiga respirar. A bolsa em que o Wisky viaja foi confeccionada pela Amigos de Pelo, seguindo as medidas da cia que escolhemos.

Quando o animal é maior e viaja no compartimento de cargas, a caixa de transporte deve ser grande, rígida e bem resistente, permitindo que o animal fique de pé e consiga pela menos uma volta em torno de si mesmo.

Já no transporte na cabine, as bolsas devem ser menores, flexíveis e confortáveis, pois o animal permanecerá no assoalho do avião, embaixo do acento da frente, ou entre as pernas do passageiro responsável por ele.

A bolsa também deve possuir algum forro capaz de absorver líquidos, caso o animal faça xixi durante a viagem, porém, um tapete higiênico próprio para pets já é o suficiente. 

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Ilustração de como o animal vai acomodado na cabine do avião durante a viagem

Wisky e eu só conseguimos viajar de Lufthansa, pois apesar dele ser um Shihtzu, raça considerada de pequeno porte, ele é um pouco maior e mais pesado que a maioria desses cães. O peso máximo permitido por essa companhia é até 8kg, incluindo o peso da bolsa. Mais informações neste link.

Essa medida varia, em outras companhias aéreas, entre 5kg e 10kg, mas algumas delas também não transportam animais de focinho achatado, ou branqui cefálicos, como é o caso do shihtzu, dos buldogues e dos gatos persas.

Wisky e sua bolsinha pesam juntos 7.5kg e a Lufthansa apenas conscientiza os donos de que essas raças são mais sensíveis, e que a decisão de transportá-los, bem como a responsabilidade sobre a saúde do animal, é inteiramente dos donos.

Apertadinho no vôo de Munich a Berlin
Apertadinho no vôo de Munich a Berlin

AS NOSSAS VIAGENS BRASIL/ALEMANHA

Eu costumo dizer que Deus me deu o cachorrinho certo para viver todas essas aventuras comigo. Desde filhotinho, e espontaneamente, Wisky já gostava de se esconder dentro das bolsas e mochilas lá de casa. Além disso, ele é super calminho e nunca estranha nenhuma situação.

Paciente, observador e companheiro, este é o meu Wiskynho!

Embora a primeira viagem tenha sido mais tensa, por conta da despedida da família, rumo a uma nova vida totalmente desconhecida, eu viajei com meu marido, o que facilitou bastante as coisas. Ele ficou responsável por carregar a nossa bagagem de mão, colocar as coisas na esteira e apresentar os passaportes, enquanto eu, só fiquei cuidando do Wisky, revesando sempre que necessário.

Porém, nas duas viagens seguintes, meu marido não pôde me acompanhar por causa do trabalho, e pra que eu pudesse aproveitar mais dias no Brasil, e também para que o Wisky tivesse um tempo maior para se recuperar e se adaptar entre uma viagem e outra, nós viajamos sozinhos. 

A nossa primeira viagem ocorreu em julho do ano passado, e eu estava morrendo de medo de viajar sem a companhia de outra pessoa. Mas foi aí que eu percebi que quando temos um animalzinho, nós nunca estamos sós de verdade!

Eu passo a viagem toda cuidando dele, não consigo dormir muito bem, e confesso que nem vou ao banheiro, pois não posso levá-lo comigo e tenho receio de deixá-lo sozinho me esperando. Mas acho que o tempo todo é ele quem vai cuidando de mim… Acho que carrego um anjinho de guarda, isso sim! 

Nossa segunda viagem foi em dezembro, e agora mais experientes, já soubemos nos acomodar melhor no avião e ficamos mais relaxados. É engraçado como ele reflete muito a o meu estado emocional.

Da primeira vez, eu quase não dormi, e senti que ele também estava mais alerta, acordando o tempo todo, e às vezes, pedindo colo. Desta vez, ele dormiu praticamente o viagem inteira, e só acordava quando o carrinho das refeições passava.

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Opa, isso é cheirinho de comida! :9

 

COMO É QUE O MEU PET VAI SE COMPORTAR NESSA SITUAÇÃO?

Isso é realmente uma coisa relativa, e eu até arrisco dizer, que não dá para prever como vai ser a primeira viagem de vocês. Se para nós humanos toda a movimentação dos aeroportos já é muito cansativa e estressante, imagina para eles, que não sabem muito bem onde estão nem o que está acontecendo, né?

Pode ser que um animalzinho, por mais tranquilo que seja em seu dia-a-dia, estranhe todas essas novas situações e tenha alguma reação diferente do que os donos esperam.

Por isso é importante que o dono analise muito bem a real necessidade de submeter um animal a uma viagem assim. Em casos de mudança, ou longos períodos fora, é óbvio que não há outra opção – lembrando que os animais são parte da família e nunca devem ser deixados para trás. 

Mas em casos de viagens curtas, eu sinceramente, não recomendo. 

Eu sempre digo que só levo o Wisky comigo porque ele lida com tudo isso com muita tranquilidade. Ele fica dentro da bolsinha o tempo que for necessário, e se começa a ficar um pouco mais agitado ou desconfortável, basta fazer um carinho e conversar com ele, que tudo se acalma.

Como ele se comporta bem, nos aeroportos, ele anda comigo na coleira mesmo, e na espera das escalas, ele sempre fica fora da bolsa, observando tudo e esperando o tempo passar. Quando olho para ele nesses momentos, fico pensando no perrengue que outras pessoas devem passar com animais mais agitados =/

DEVO OU NÃO DEVO TRANQUILIZAR MEU ANIMAL COM MEDICAMENTOS? 

Tá aí mais um questão delicada. Para o animal despachado que viajam no compartimento de cargas, as companhias aéreas proíbem que ele viaje sedado. Isso porque, em caso de turbulência, o animal precisa estar consciente para se equilibrar. Se ele estiver desacordado, pode se machucar dentro da gaiola.

Já para animais que viajam na cabine, eu não sei qual é a orientação. Nunca me questionaram se o Wisky havia sido medicado, ou se eu pretendia fazer isso. Os funcionários que pesam o animal antes do embarque raramente fazem perguntas sobre o pet (só aqueles que realmente gostam de animais, mas aí é uma coisa mais pessoal do que profissional).

Se o dono julgar necessário medicar o animal, é importante que essa decisão seja tomada com a aprovação de um veterinário. Eu acredito que tranquilizantes fortes não sejam indicados, a menos que exista alguma grave exceção, que envolva o estado de saúde do animalzinho. Mas eu imagino que algum floral, ou remédio que dá um soninho, COM APROVAÇÃO DO VET, pode ser uma boa saída.

No caso dos gatos, por exemplo, que geralmente não são acostumados a passear, ou mesmo sair de casa, deve ser uma situação mega estressante. E assim como já ouvi muitas pessoas falarem que dão algum tipo de calmante pro gatinho ir até o veterinário tomar vacina, ou antes de tomar banho, esta é mais uma situação em que é preciso avaliar as vantagens do uso de tranquilizantes.

Sempre devemos pensar na saúde e no bem estar do pet, sem deixar de lado a tranquilidade do dono durante a viagem.

@wisk_thedog Frankfurt, esperando nosso vôo para Berlin
@wisk_thedog Frankfurt, esperando nosso vôo para Berlin

ALIMENTAÇÃO, XIXI E COCÔ DURANTE A VIAGEM

Antes da ir pro aeroporto, eu procuro dar um pouco menos de comida do que ele costuma ingerir, apenas para evitar que ele enjoe ou passe mal, e também dou umas voltas do lado de fora, para ele fazer xixi e cocô. Depois que passamos pelo detector, eu geralmente ofereço um pouquinho (bem pouquinho mesmo) de água e algum biscoitinho, pra distraí-lo.

Dentro da aeronave, eu tento ficar esperta com o horário em que vão servir as refeições para que, antes que o carrinho chegue, eu ofereça um pouco de ração. Eu faço isso para evitar que ele não esteja faminto e fique muito eufórico quando a comida chegar. (Ele é muito pidão, e faz tipo AEEEEEE COMIDA!!\o/)

Toda vez que ele acorda, eu ofereço um pouquinho de água também. Mas confesso que fico muito dividida, pois sei que não posso deixá-lo com sede, mas quanto mais água ele beber, mais apertado ele vai ficar…

E ele NÃO FAZ nem o nº1 nem o nº2 durante todas essas horas. Ele só “se alivia” quando vai do lado de fora do GRU lá no Brasil, e quando reconhece a nossa rua aqui em Berlin. As vezes são quase 20 horas entre um xixi e outro… Coitadinho 🙁

Nas escalas eu sempre tento levá-lo nos cantinhos das aéreas externas, coloco tapetinho no chão quando vou ao banheiro, e tudo mais… Mas ele nunca faz nada. Eu fico apreensiva, mas acho que é coisa dele =/

O QUE PRECISO LEVAR PARA MEU CACHORRO NA CABINE

Além da bolsa de transporte dele, dentro da minha mala de mão, eu levo dentro de um Ziploc transparente:

  • Um cobertorzinho, pois a temperatura no avião é muito baixa;
  • Um tapetinho higiênico, conforme exigido pela companhia aérea;
  • Um brinquedinho que NÃO faz barulho para não incomodar os demais passageiros;
  • Um potinho com um pouquinho de ração seca (comida natural pode ser barrada);
  • Um bebedouro portátil que eu só encho dentro do avião e esvazio antes de sair.

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O QUE MAIS VOCÊ PRECISA SABER

Em todas essas viagens, eu nunca cruzei com ninguém que realmente não gostasse de animais, e se sentisse incomodado com a presença do Wisky. Não sei se tive sorte, ou se é realmente muito raro topar com gente assim, mas o fato é que ele não chega a incomodar ninguém.

Mas fico pensando como as pessoas agiriam com um cachorrinho diferente, que ficasse latindo ou chorando, por exemplo. A gente sabe que as pessoas até tentam ser tolerantes com as crianças pestinhas que viajam – porque sempre tem, né? rs – mas eu não sei se com animais a compreensão seria a mesma.

Alguns comissários são super queridos, fazem perguntas gentis e as vezes passam para checar se o Wisky precisa de algo e se está tudo bem. Por outro lado, tem comissário que passa só pra checar se ele está dentro de bolsa, conforme as regras exigem. É o tal do lance de gostar ou não gostar de animais, ou mesmo ter tido ou não experiências ruins em outros vôos.

Acho que você deve ser consciente e entender que os funcionários precisam cumprir regras, e que você também deve cumprir para um bom convívio com as outras pessoas durante o vôo. E assim como em todos os momentos da vida, simpatia e boa comunicação também fazem milagres.

Eu geralmente me apresento pro passageiro ao lado, digo que estou viajando com meu cachorro, e nesse momento coloco o focinho de doce de leite em ação  apresentou o Wisky também. Digo que ele está acostumado a viajar, que se comporta bem, mas que a pessoa pode reclamar comido, se algo estiver incomodando.

Acho que não há quem resista à educação, noção de cidadania e gentileza! 🙂

Uma vez eu viajei com uma austríaca muito bacana, que até ficou de olho nele para eu poder ir ao banheiro. Mas se você estiver viajando sozinho, e não conseguir levar o animal com você, é seu direito pedir ajuda ou orientação para algum comissário. Eles certamente vão te ajudar.

Ah, uma coisa curiosa: os pets que viajam com seus donos precisam passar sozinhos no detector de metais! É uma das cenas mais fofas e engraçadas. Um funcionário fica segurando ele de um lado, e depois que eu passo, ele solta a coleira pro Wisky ir até mim. PENSA NUM CARA METIDO! hahaha

A gente sempre vai fazendo uma porção de amigos por onde passa, principalmente com os brasileiros, que são mais receptivos e não tem receio de se aproximar e puxar conversa. Os alemães geralmente só sorriem, e depois de alguns minutos, fazem perguntas discretas, isso quando fazem.

Se por um lado é trabalhoso viajar com eles, por outro, eu me sinto muito sortuda por poder viver tudo isso e compartilhar minha experiência com as pessoas! Eu fico muito feliz por poder ajudar tanta gente que gosta de animais, e não abre mão de estar com eles.

Acho que se o Wiskynho soubesse, ele concordaria comigo!

Beijos

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VALE A PENA FAZER AULAS PARTICULARES A DISTÂNCIA?

A young woman drinks coffee in a local cafe.

 

 

É sempre fazendo uma gracinha, e cantarolando uma das mais belas músicas nacionais que existem, que eu respondo meus parentes e amigos que perguntam: E aí, Nati, já tá falando alemão?

“Ela fazia medicina e falava alemão
E ele ainda nas aulinhas de inglês”

(Eduardo e Mônica)

A real é bem essa mesmo, eu ainda estou estudando inglês. Quando cheguei aqui em Berlin no ano passado, eu arrisquei frequentar um curso intensivo de alemão durante um tempo, até concluir o que todo mundo já sabe: alemão é difícil pra caralho.

Diferentemente do inglês, que possui uma série de facilitadores que nos fazem “aprender sem querer”, tais como as músicas, as séries, e toda a cultura norte americana, de uma maneira geral, não dá para esperar o mesmo do alemão. Além da pronúncia e da escrita não terem praticamente nenhuma relação com o português, aí no Brasil a gente quase não tem contato com o idioma.

Logo no começo eu já senti que estava perdendo tempo e dinheiro com o alemão, e nos final das contas, eu não conseguia me comunicar nesse país, já que meu inglês tabajara não me ajudava quase nada no dia-a-dia. E se assim como em todo restante do mundo, aqui em Berlin quase todos falam inglês, para mim foi uma decisão mais inteligente evoluir, praticar e dominar um idioma que eu conheço e já estudei em outras etapas da vida.

E foi conversando sobre isso com uma amiga brasileira que também mora aqui, que ela me indicou a Expresse, que é uma empresa especializada em cursos particulares, presenciais e à distância. O que eu mais achei bacana é que a metodologia deles pode se adaptar às nossas necessidades, e com base nos nossos objetivos e dificuldades, eles elaboram um curso todinho pensado só pra gente! 🙂

A MINHA EXPERIÊNCIA

Eu estou estudando há 9 meses e até agora tudo tem sido incrível! Meu inglês melhorou muito, e apesar de saber que ainda falo muito coisa errada, e tenho muito que aprender, eu já me arrisco a fazer coisas que não fazia quando cheguei aqui, quando sabia que teria que desenvolver uma conversa com outras pessoas.

Eu faço aulas por Skype com Lívia (teacher querida <3) que também é brasileira, 2 vezes por semana. A minha principal dificuldade é compreender o que os outros falam (o tal do Listening), e esse é o ponto que nós mais trabalhamos nas aulas.

O LADO BOM

De verdade? De coração? Eu só vejo vantagens! Que são:

  • VOCÊ PRATICA MUITO MAIS: Além de falar o tempo todo, que é o que realmente te faz destravar, você também é corrigido pelo professor sempre que necessário, o que não acontece em uma sala de aula. Isso faz a gente aprender absurdamente mais.
  • NÃO DÁ VERGONHA DE PERGUNTAR: Você pode tirar dúvidas na hora que quiser, de forma bem espontânea, e não precisa ficar aguardando o momento mais adequado, como quando dividimos a atenção de um professor com outros alunos.
  • A AULA SEGUE O SEU RITMO: Você consegue aproveitar muito mais a aula, pois além de personalizada, ela segue o seu ritmo de aprendizagem. Não importa quanto tempo você precisa para aprender determinado assunto, o que importa é que você realmente aprenda.
  • ÀS VEZES NEM PARECE QUE É AULA: Porquê você acaba desenvolvendo uma relação de afinidade e amizade com o professor, e em alguns momentos, vocês nem precisam falar sobre a matéria. Desde que você esteja praticando o inglês, falar sobre qualquer assunto te faz evoluir muito!
  • 100% DE CONCENTRAÇÃO: Não dá pra deixar o professor falando ali na tela, e ficar respondendo azamigas no Whatsapp, por exemplo. São vocês dois ali falando, trocando informações e conhecimento durante todo o tempo da aula. Nem preciso falar que nos cursos convencionais, isso não acontece sempre, né?
  • MAIS COMPROMETIMENTO: Eu não sei se há um motivo específico, mas eu me sinto muito mais comprometida com esse curso, do que com os que fiz anteriormente. Eu sei que agora estudar inglês é minha prioridade, e nas outras épocas, não era. Mas eu me entusiasmo e me preparo muito mais para as aulas com a Lívia do que para os outros cursos que já fiz.
  • + RESULTADOS E + FEEDBACKS: Por todos os motivos que listei ali em cima, você consegue identificar os resultados muito mais rápido. Os professores também se preocupam em dar esse feedback sobre o seu desempenho, o que te faz se orgulhar da sua evolução e prestar mais atenção naquilo que precisa melhorar.
  • CONFORTO E PRIVACIDADE: Sua casa, suas pantufas, seu cafézinho quente e seu cachorrinho sempre por perto, para você apertar e mostrar toda sua fofura para a teacher que tá lá do outro lado do mundo! <3 Não tem nada mais gostoso que isso!

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O LADO RUIM

Confesso que foi difícil pensar em desvantagens, já que me sinto tão satisfeita. Mas…

  • O fato de você NÃO SAIR DE CASA  pode ser algo ruim, se você é do tipo que curte bater perna. Mas eu sou tão caseira, tão na minha, que estudar aqui no conforto do meu lar é amazing. Lembrando que você pode substituir a sua casa por um Starbucks, por exemplo
  • VOCÊ NÃO CONHECE GENTE NOVA: Bom, se você é do tipo que quer conhecer pessoas, não vai gostar dessa parte. Ai, cara, juro que não entendo essa parada de “vontade de conhecer gente”. O mundo aí fora é zoado, mano! Eu sou tão feliz convivendo com as pessoas que já conheço, pra quê mais?
  • VOCÊ NÃO PRATICA COM PESSOAS DIFERENTES: essa é realmente a única parte ruim. Apesar de não me sentir bem no ambiente de sala de aula, confesso que ouvir pessoas e sotaques diferentes também ajudariam muito a superar minha dificuldade com o listening. Também tem o fato de que o coleguinha pode perguntar alguma coisa que você não tinha notado, o que soma bastante.

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Além de finalmente ter me identificado com um formato de curso que me atende e me faz aprender, todo esse processo também me fez aprender algo muito mais significativo, que eu vou levar pra vida toda.

Quando eu conversei pelas primeiras vezes com as meninas da Expresse, eu repeti em vários momentos que tinha muita dificuldade em aprender inglês.

Não sei se era por timidez, ou se eu sentia culpa por ter tido tantas outras oportunidades, e ainda assim, nunca estudado pra valer. O fato é que eu nunca me dediquei ao inglês, e dedicação é o segredo para aprender qualquer coisa nessa vida.

Quando percebi que esse era um discurso que eu já estava adaptada a reproduzir, eu me proibi de falar isso novamente. Todas as vezes que eu tentei aprender inglês, essas palavras se tornavam um obstáculo que eu mesma criei.

Sabe quando criamos um mantra, e ficamos repetindo o tempo todo, dentro da gente?

“Não consigo emagrecer pois sou incapaz de controlar minha ansiedade por comida”

“Não consigo viajar sozinha de avião pois tenho muito medo do que pode dar errado”

“Não vou demonstrar carinho pelas pessoas que eu amo pois elas podem abusar e me fazer sofrer”

“Não vou abrir meu próprio negócio pois tenho medo de falhar”

A gente vive nessa coisa de auto sabotagem e deixa de viver muita coisa por conta disso. Por nos cobrarmos tanto, preferimos não arriscar do que ter que lidar com frustração.

Desde que eu descobri que fazia isso comigo mesma, tenho me policiado para ser mais positiva.  Sei que é isso que vai alimentar os meus sonhos, não somente para o inglês, mas para qualquer outra coisa que eu quiser! 🙂

#BePositive

Beijos

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tendência: COBRE & ROSE GOLD

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Oi, gente!

Se você curte acompanhar tendências já deve ter notado que os tons metálicos começaram a surgir com força total no ano passado. E de lá pra cá eles estão cada vez mais presentes na moda, nos acessórios e na decoração. 

Além do sapatos prateados e os esmaltes brilhantes que conquistaram a mulherada , os grandes favoritos do momento são o os tons Cobre e Rose Gold , também conhecido como Ouro Rosé.

Eu sempre fui apaixonada por esses tons, antes mesmo dessa moda pegar. Os brincos que usei no meu casamento em 2014 eram trabalhados no rosé, e desde que fiquei ruiva em 2015, passei a usar mais sombras dessas cores, que ficam lindas com batons nude, que eu adoro usar.

Confira + inspirações lá no meu Pinterest!

Elas são super elegantes e versáteis, fazem uma delicada composição com ambientes/looks mais clarinhos e trazem mais charme para pegadas rústicas. Por chamarem bastante atenção, a atual tendência não aposta no exagero, e propõe que essas cores sejam aplicadas nos detalhes.

Seguindo essa dica, o Rose Gold fica muito leal quando usado em simples objetos decorativos, tais como organizadores, vasos e porta velas. Ele também pode ser um pouco mais presente, quando apostamos em lustres e luminárias. Alguns eletrodomésticos e itens para casa também tem lançado produtos acobreados, já de olho na tendência.

No cenário da moda, o cobre e o ouro-rosé dão ainda mais charme para os looks, e ficam incríveis quando combinados com as cores preto, branco, cinza, e até mesmo o rosa + clarinho!

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+ charme para os pequenos detalhes
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+ brilho e beleza para os ambientes
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+ elegância para os eletrodomésticos e objetos “sem graça”
+ up para os looks
+ um toque especial para os looks
+ graça e versatilidade
+ graça e versatilidade

 

Se você também gosta dessa pegada glamour do Rose Gold, essa é a hora de aproveitar! O mercado está cheio de opções bacanas que atendem o nosso gosto.

Você também pode pintar os objetos que já tem em casa, usando sprays metalizados que geralmente são vendidos em papelarias e lojas de materiais de construção.

E aí, bora acobrear essa vida? <3

beijos

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3 DIAS EM COPENHAGEN! – nosso roteiro de viagem, onde ir e o que fazer na capital da Dinamarca!

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Oi, gente linda!

No último dia 15 de fevereiro, bem depois do Valentine’s Day, Willian e eu completamos três anos de casados, e nós decidimos fazer uma viagem especial para comemorar. O destino escolhido dessa vez foi Copenhagen, a capital da Dinamarca!

Nós escolhemos Copenhagen porque tivemos apenas um fim de semana para viajar, e além de ser linda e super romântica, é uma cidade relativamente pequena, e é possível conhecer os principais pontos turísticos em poucos dias.

Nós precisávamos escolher, a princípio, um lugar que também fosse bacana durante o inverno, pois as baixas temperaturas aqui da Europa prejudicam alguns passeios.

Nosso roteiro foi planejado para priorizar as principais atrações da cidade e as regiões foram dividas entre os três dias da viagem de acordo com as distâncias entre cada ponto turístico. Nós fizemos isso utilizando o Google Maps!

Pra quem ainda não conhece, essa é uma super dica! Além de economizar o nosso tempo durante a viagem, o Google nos dá um overview do que precisamos fazer, e também nos permite separar o roteiro por camadas (que podem ser os dias, por exemplo) e relacionar um ponto ao outro.

nosso roteiro de viagem de 3 dias em Copenhagem
nosso roteiro de viagem de 3 dias em Copenhagem

Utilizando este recurso, você consegue legendar os pontos, para ajudar na sua localização e não te deixar esquecer nada. É importante marcar o hotel, os locais onde pretende comer, lugares onde você vai dedicar mais tempo, e os que você só precisa dar uma passada. Enfim, você pode criar suas próprias legendas, como funcionar melhor para você!

  • Dia 1

Chegamos em Copenhagem por volta das 11h da sexta-feira (17/02), e depois que fizemos o check-in no Tivoli Hotel, nós conhecemos toda City Hall, que é onde ficam o prédio da prefeitura e a estátua de Hans Andersen, famoso autor das histórias do Patinho Feio, O Soldadinho de Chumbo e da Pequena Sereia.

Nessa região também ficam a Gliptoteca NY Carlsberg e o Parque Tivoli, a principal atração turística da cidade! Ele foi um dos primeiros parques de diversão do mundo, e ainda mantém os brinquedos originais com uma pegada bem retrô.

Dizem que essa parque é tão incrível que até serviu de inspiração pro Walt Disney! Infelizmente ele fica fechado durante todo o inverno e só retoma as atividades em abril.

Depois que passeamos pela região, paramos para almoçar no Rosie McGee! O lugar é lindo, fica bem ali no centro, e a comida também é super gostosa! Já o jantar foi um hamburgão delícia lá no Tommi’s Burguer Joint!

Entrada da Gliptoteca NY Carlsberg
Entrada da Gliptoteca NY Carlsberg
Will & Eu na City Hall, com a entrada principal do Tivoli ali no fundo
Will & Eu na City Hall, com a entrada principal do Tivoli ali no fundo
Estátua do autor dinamarquês Hans Andersen
Estátua do autor dinamarquês Hans Andersen
Placa que indica os principais pontos, saindo ali da City Hall
Placa que indica os principais pontos, saindo ali da City Hall
Almoço no Rosie McGee: Fish & Chips pra mim e Ribs para ele
Almoço no Rosie McGee: Fish & Chips pra mim e Ribs para ele
Pelas ruas do centro!
Pelas ruas do centro!
  • Dia 2 

No segundo dia de viagem nós fomos até a Fortaleza de Kastellet para conhecer a famosa estátua da Pequena Sereia (Little Mermaid) e outros lindos pontos turísticos que ficam na mesma região.

Eu já tinha lido em alguns blogs que muita gente se decepciona quando chega lá, pois é um monumento pequeno e discreto, e nem todo mundo entende o porque ela é tão famosa.

O fato é que ela representa um elemento histórico pro país e projeta a cultura local pro mundo todo! Esse conto, assim como o próprio Parque Tivoli, também foi inspiração pro cinema, pro teatro e pra própria Disney, como todo mundo sabe. Eu gostei muito! 🙂

The Little Mermeid
The Little Mermeid

Depois de uma pausa para um chocolate quente que compramos num carrinho de café bem charmoso que fica ali – a coisa tava feia lá hein, galera? a temperatura não passava dos 5º graus e o ventinho gelado era cruel – nós fomos passear pelo restante da Fortaleza de Kastellet. 

Esse local foi construído no século XVI e tinha como função proteger a cidade. Ele é cercado por vários canais e pontes, e hoje em dia, além de ser uma das principais atrações turística de Copenhagem, concentra edifícios onde funcionam algumas atividades militares.

Caminhando pela região, as próximas paradas foram a Igreja Kastelskirken, o moinho de vento, as belas estátuas de  Valkíria e a Gefionspringvandet  que representam personagens da mitologia nórdica – e a linda Igreja de São Álbano. Os rios estavam congelados, o que deixava tudo ainda mais incrível!

Fortaleza de Kastellet
Will & eu na Fortaleza de Kastellet
Igreja de São Álbano
Igreja de São Álbano
Igreja de São Álbano by @willcarminato
Igreja de São Álbano by @willcarminato
Moinho de vento
Will & eu no Moinho de vento
Igreja de Kastelskirken
Igreja de Kastelskirken
Estátuas de Valkíria e Gefionspringvandet
Estátuas de Valkíria e Gefionspringvandet

Saindo da fortaleza de Kastellet, caminhamos em direção ao castelo de Rosenborg Slot, o mais lindo da cidade! Ele fica no Kongens Have, rodeado pelos lindos jardins do rei. Foi construído no século XVI por Christian IV para servir como residência de verão para a família real. 

A troca da guarda real sai todos os dias desse local, com destino à praça Amelienborg. Mas infelizmente não conseguimos chegar a tempo do horário da troca, assim como também não conseguimos visitar o castelo por dentro 🙁

Castelo de Rosenborg Slot
Castelo de Rosenborg Slot
Castelo de Rosenborg Slot
Castelo de Rosenborg Slot by @willcarminato

Saindo do castelo, caminhamos em direção ao centro da cidade novamente, mas agora para a região de Nyhavn. É nesse local onde ficam os melhores restaurantes de Copenhagen e é de onde partem os passeios de barco! A região é alegre, colorida e cheia de turistas.

Nós ficamos um tempinho admirando os barcos ali, fazendo planos de voltar em algum verão… Deve ser uma delícia fazer um passeio desses em um lindo dia de sol!

Também aproveitamos para prender um cadeado com as nossas iniciais na ponte do canal, para simbolizar nosso aniversário de casamento! <3 Agora Copenhagen também tem um pedacinho de nós…

Depois almoçamos no On the Sunny Side, um restaurante italiano maravilhoso que fica logo no começo de Nyhavn. Além do pessoal ser super simpático e atencioso – fizeram questão de arriscar algumas palavrinhas em português, quando perceberam que somos brasileiros – o Will disse que foi lá que ele comeu o melhor penne ao molho de 4 queijos da vida dele! 🙂

Chegando na Nyhavn...
Chegando na Nyhavn…
Canal de Nyhavn
Canal de Nyhavn
Nati <3 Will
Nati <3 Will

Após o almoço, fomos até a famosa Igreja de Mármore, com direito a uma pausa para uma oração de agradecimento e fotos do interior da igreja, e depois caminhamos para a Praça Amelienborg. Nessa praça fica a residência de inverno da família real dinamarquesa, e é formada por um conjunto de 4 palácios (confere o giro pela praça aqui).

No centro da praça, fica a estátua de Frederik V e mais ao fundo, depois do rio, podemos ver a Copenhagen Opera House.

 

Igreja de Mármore
Igreja de Mármore
Estátua de Frederik V
Estátua de Frederik V
Copenhagen Opera House by @willcarminato
Copenhagen Opera House by @willcarminato

Depoooooois – meu Deus, como a gente andou!! – passamos pela Praça Højbrom para conhecer o castelo de Christiansborg Slot, um lugar realmente impressionante! E no final do dia, passamos pela rua Strøget, outro ponto importante da cidade, onde ficam as lojas mais legais! 

Depois desse mega rolê, voltamos pro Hotel pra descansar um pouco. E à noite fomos jantar no Hard Rock Café da cidade, que fica lá na City Hall, e trouxemos mais um lindo copo para nossa coleção! 🙂

Praça Højbrom
Praça Højbrom
Christianborg Palace
Christianborg Palace
Christianborg Palace by @willcarminato
Christianborg Palace by @willcarminato
Rua Strøget
Rua Strøget
  • Dia 3

Reservamos o último dia para conhecer a fábrica de cerveja da Carlsberg (Carlsberg Museum). É claro que esse foi o melhor dia pro Will! Rs

Conhecemos a coleção de garrafas de cerveja deles, que é a maior do mundo, e depois visitamos as instalações da antiga fábrica.

No museu há uma sala com diversos registros históricos sobre a fábrica, sobre as famílias que construíram o negócio e sobre a importância da marca para a Dinamarca.

Na saída da fábrica, conhecemos os estábulos dos cavalos – tem passeio de charrete para entreter a criançada enquanto os pais enchem o caneco rsrs – e depois participamos de uma degustação de cervejas produzidas por eles \o/

Depois paramos na lojinha de souvenires deles que é cheia de coisas legais! Compramos touquinhas da Carlsberg e mais um copo pra nossa coleção. Almoçamos um hambúrguer bem gostoso no restaurante da fábrica, e logo fomos para o aeroporto, rumo a Berlin.

RESUMÃO

Foi uma viagem INCRÍVEL! Apesar de ser uma cidade um pouco cara, vale a pena cada dinheirinho investido. As pessoas são educadas e bem na delas, assim como aqui na Alemanha.

Como eu disse lá no início, a gente procurou um destino que não fosse tão prejudicado pelo inverno, e que desse pra conhecer em pouco tempo, mas no final, não teve jeito…

Algumas coisas ficaram de fora, tanto pelo inverno, quanto pela falta de disposição desse casal sedentário tempo:

  • Passar um dia todinho no Parque Tivoli *-*
  • Fazer um passeio de barco pelos canais da cidade que saem de Nyhavn
  • Visitar a Glyptoteca NY Carlsberg e Museu Nacional de Copenhagen
  • Subir na Rundetarn, que é a torre de observação mais antiga da cidade.
  • Subir na The Round Tower, que é um antigo observatório astronômico
  • Conhecer o bairro de Cristiniania, que é uma nação auto-proclamada independente, que sobrevive desde os anos 70 cercada de polêmicas. Parece que é tipo uma comunidade Hippie, bem interessante de se conhecer. 
  • Entrar no Museu da Libertação que fica na Fortaleza de Kastellet
  • Conhecer a Cervejaria Mikkeller que é super famosa por lá
  • Experimentar o tal do Smørrebrød, que é um prato típico, e o famoso Hot Dog Dinamarquês

Bom, pelo menos o roteiro de mais um futuro fim de semana em Copenhagen já está pronto, né? 🙂

Sobre a pegada Pet Friendly da cidade (conteúdo que eu sempre tento abordar aqui no Blog): vi muitos cachorrinhos pelas ruas com seus donos, mas os estabelecimentos, aparentemente, não permitem a entrada de pets.

E pra quem tá curioso para saber sobre o Wisky, dessa vez achamos melhor não levá-lo, pois além de ser uma 3ª Lua de Mel (mais que merecida), a gente já sabia que a pegada da viagem seria muito cansativa e desconfortável para ele. Então ele ficou hospedado na casa dos nossos amigo, pais da buldoguinha mais linda de Berlin, e também se divertiu muito! 🙂

E aí, quem topa ir pra Copenhagen com a gente de novo? 😉

Beijos

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